Torcedor do Chelsea baiano rebate ‘bairrismo’: ‘Vi meu time levantar uma taça continental’
Por Lucas Franco
Lucas Ribeiro viu a final da Champions em Munique | Foto: Reprodução/Facebook
Se o Chelsea não predomina no número de torcedores nem em sua cidade natal, Londres, os “blues” espalhados pelo mundo são ainda mais incompreendidos por não torcerem por clubes locais. O estudante baiano Lucas Ribeiro, 24 anos, mora em Salvador e escolheu torcer pelo Chelsea em 2004, quando o time estava há 50 anos sem ganhar um campeonato inglês e era uma equipe desconhecida no cenário europeu.
- Antes disso eu era meio alienado em relação a futebol, mas com o “culto” ao esporte que tinha no meu colégio, passei aos poucos a me inteirar do assunto, o que culminou nessa paixão pelo time Azul Real de Londres – relembra. Sua maior “loucura” pelo time de coração aconteceu esse ano, após a classificação para a decisão da Champions League.
- Depois daquela memorável semifinal contra o Barcelona, eu falei que iria ver a final em Munique [contra o anfitrião Bayern de Munique] de qualquer jeito. Corri atrás, consegui passagens, ingresso, e, em meio a uma semana de provas na faculdade, fui ver o meu time jogar. E valeu muito a pena: foi um dos jogos mais emocionantes e épicos que já vi [o Chelsea venceu nos pênaltis] – conta.
Quando torcedores de Bahia e Vitória tiram sarro de sua preferência futebolística, o argumento e a alfinetada já estão na ponta da língua.
- No meu caso, eu já crescido, com certa consciência, simplesmente escolhi o time que, longe de influências externas, mais mexia comigo. E acho até uma coisa mais sincera. Eu simplesmente respondo que posso, para sempre, dizer que tive a honra de ver o meu time do coração levantar uma taça de um torneio continental. Quantos torcedores da região podem dizer o mesmo? – brinca.
- Antes disso eu era meio alienado em relação a futebol, mas com o “culto” ao esporte que tinha no meu colégio, passei aos poucos a me inteirar do assunto, o que culminou nessa paixão pelo time Azul Real de Londres – relembra. Sua maior “loucura” pelo time de coração aconteceu esse ano, após a classificação para a decisão da Champions League.
- Depois daquela memorável semifinal contra o Barcelona, eu falei que iria ver a final em Munique [contra o anfitrião Bayern de Munique] de qualquer jeito. Corri atrás, consegui passagens, ingresso, e, em meio a uma semana de provas na faculdade, fui ver o meu time jogar. E valeu muito a pena: foi um dos jogos mais emocionantes e épicos que já vi [o Chelsea venceu nos pênaltis] – conta.
Quando torcedores de Bahia e Vitória tiram sarro de sua preferência futebolística, o argumento e a alfinetada já estão na ponta da língua.
- No meu caso, eu já crescido, com certa consciência, simplesmente escolhi o time que, longe de influências externas, mais mexia comigo. E acho até uma coisa mais sincera. Eu simplesmente respondo que posso, para sempre, dizer que tive a honra de ver o meu time do coração levantar uma taça de um torneio continental. Quantos torcedores da região podem dizer o mesmo? – brinca.
O Chelsea é “um estímulo a mais para acordar cedo aos sábados e domingos”, disse o jovem, que em dias de jogos internacionais no meio da semana acompanha as partidas pelo lance a lance do celular. No entanto, a eventual final contra o Corinthians no próximo domingo (16) não o deixa tão tranquilo assim
- O mundial é uma oportunidade única de conseguir o troféu, que é bem complicado de se conquistar. Já perdemos a Supercopa para o Atlético de Madrid, e agora temos a chance de nos redimir. Claro que o Corinthians é um time de respeito, e que em futebol nada nunca está ganho. Camisa e estatísticas podem pesar, mas não dão garantias. São onze contra onze em noventa minutos em que tudo pode acontecer. Mas estou confiante – acredita, apesar de admitir que a temporada 2012/2013 tem deixado a desejar.
- O Chelsea vive uma situação bem complicada atualmente, entre brigas no vestiário, envelhecimento das grandes estrelas, adaptação ao novo elenco, mudança de técnicos, e o que eu acho o principal: a falta de um atacante que dê segurança ao time e que faça gols. Com a saída de Drogba após a Champions [para o Shanghai Shenhua, da China], o peso todo caiu nas costas de Torres, de quem eu gosto bastante, mas que não é mais o de antes. Estou aí na torcida pela contratação do Falcao García [colombiano do Atlético de Madrid] na janela de janeiro – espera.
O Chelsea enfrenta o Monterrey do México nesta quinta-feira (13), às 7h30, pela semifinal do mundial de clubes.
