Rugby Sevens: Greve de professores nos colégios e universidades atrapalhou rugby baiano, dizem jogadores
Por Lucas Franco
Jogadoras se dizem prejudicadas pela greve da universidade | Lucas Franco/ BN
Alguns desfalques e a falta de preparação de algumas equipes no Desafio Baiano de Rugby Sevens foram causados pela greve de professores, foi o que pontuaram alguns jogadores nesta tarde de sábado (29), no Parque Santiago.
- Nossa participação foi irregular, poderíamos ter mais jogadores nativos representando o time [Carcará de Pojuca]. Muitos jogadores são do mesmo colégio, a greve de professores atrasou o ano letivo e eles tiveram prova no sábado e não puderam vir – conta o half scrum Hugo, camisa 9.
- Hoje tinham três jogadores de Pojuca em campo, mas nossos treinos têm em média de 8 a 9 pessoas, apesar de o time ter umas 20 pessoas. É que poucos vão aos treinos regularmente – explica.
- Nossa participação foi irregular, poderíamos ter mais jogadores nativos representando o time [Carcará de Pojuca]. Muitos jogadores são do mesmo colégio, a greve de professores atrasou o ano letivo e eles tiveram prova no sábado e não puderam vir – conta o half scrum Hugo, camisa 9.
- Hoje tinham três jogadores de Pojuca em campo, mas nossos treinos têm em média de 8 a 9 pessoas, apesar de o time ter umas 20 pessoas. É que poucos vão aos treinos regularmente – explica.
Já a jogadora do Galícia Jaci, camisa 12, conta que a preparação foi prejudicada pelo tempo sem aulas na universidade federal.
- Muitas jogadoras do time foram para o interior nesse período sem aulas porque têm família em suas cidades e isso atrapalhou os treinos – conta a half scrum, que no Desafio Baiano de Sevens atuou de ponta.
