‘A Copa não mudará Brasil’, diz Jérôme Valcke
Foto: Maurício Naiberg
Sempre que se fala em Copa do Mundo no Brasil, pensa-se no legado que ela poderá deixar para o país. No entanto, diante dos atrasos das cidades que irão sediar o evento, a Fifa acredita que os projetos ligados ao Mundial não terão tanto impacto na vida dos brasileiros.
Essa foi a posição adotada pelo secretário geral da Fifa, Jérôme Valcke, na sua volta ao Brasil após a polêmica que seu comentário de que o país precisava “levar um chute no traseiro” gerou.
- O que precisamos, com certeza, são dos estádios. Precisamos também que os aeroportos funcionem, que as pessoas possam se locomover de uma cidade para outra. Mas não podemos pensar que um país mudará completamente em cinco, seis anos", afirmou o dirigente. Alguns podem ser entregues após a Copa. Na África do Sul foi assim. Alguns projetos podem esperar. Não é a preocupação da Fifa – comentou.
Dessa forma, Valcke reitera o discurso que a entidade máxima do futebol prioriza as obras, que são aeroporto e estádios e que mobilidade urbana não é imprescindível à Copa.
