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Ney Campello diz que ‘ressalva’ para a Copa das Confederações não preocupa Salvador

Por Cláudia Callado

Ney Campello diz que ‘ressalva’ para a Copa das Confederações não preocupa Salvador
Foto: Tiago Melo / Bahia Notícias
Após uma reunião do Comitê Executivo da Fifa nesta segunda-feira (21), em Budapeste, na Suíça, Salvador e Recife foram confirmadas como cidades-sedes da Copa das Confederações de 2013, além de Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza e Rio de Janeiro. No entanto, a entidade máxima do futebol ressaltou que a decisão final sobre as capitais que receberão o torneio visto como preparação para a Copa do Mundo de 2014 só sairá em novembro, o que colocaria a capital baiana ainda na berlinda. Porém, o secretário estadual da Copa, Ney Campello, contatado pelo Bahia Notícias, explicou que a advertência da entidade vale para todas as sedes, não só para as cidades nordestinas. “O que houve foi uma confusão com o que foi dito pela Fifa. Porque o que a declaração diz literalmente é que as seis sedes estão aprovadas. Ou seja, a condicionante anterior para Salvador e Recife não existe mais. Estamos aprovados”, garantiu. De acordo com Campello, as três tabelas feitas pela organização, com seis, cinco ou quatro cidades, foram elaboradas para prevenir qualquer problema que aconteça com uma das seis capitais. Apesar de ainda haver a possibilidade de alguma exclusão para sediar a Copa das Confederações, o titular da Secopa se mostra confiante em relação a Salvador. Isso porque, no último dia 15, foi divulgado um relatório da Fifa no qual a capital baiana e a cearense eram as únicas dentro do prazo estipulado para receber o torneio. “Como nós fomos aprovados juntos com Fortaleza, tanto para Copa de 2014, quanto para a Copa das Confederações, posso dizer que essas duas sãos as que não passam por dificuldades”, completou. O secretário ainda afirmou que a confirmação da organização deve ser tratada coma uma vitória da Bahia, mas lembrou que muito trabalho ainda precisa ser feito. “Precisamos tomar outras providências, acelerar o passo nas outras questões, como a mobilidade urbana, por exemplo. Ganhamos uma batalha, mas a guerra só se ganha quando tiver tudo pronto”, finalizou.