Leão admite ter divergências com a diretoria do São Paulo
Foto: VIPCOMM
O que já era claro, agora se tornou oficial. Enfim, o técnico Emerson Leão admitiu ter divergências com a diretoria do São Paulo. Nas últimas semanas, o treinador e os dirigentes andaram trocando alfinetadas em público. Em entrevista à rádio Estadão/ ESPN neste segunda-feira (21), o comandante do Tricolor comentou a situação.
- A diretoria é o patrão, eu sou o empregado e existem divergências. Discordância de ordens pessoais, da leitura de um jogo ou de um atleta, todos nós temos. Diálogo deve existir entre nós, interferência não. Esse desgaste não soma nada, mas tem algumas discordâncias, nada mais do que isso – disse Leão.
O treinador ainda revelou não existir nenhum tipo de sequela no caso Paulo Miranda.
- Existiu autoridade, presidente e diretoria têm autoridade para tomar atitudes de ordem financeira e onde quiserem. Não me disseram: "Não vai jogar Joaquim, mas você vai colocar Sebastião", isso é interferência. Quando você só fala que Joaquim não vai jogar, não existe interferência. Não me achei violentado na escalação. Não esperávamos, nem nós nem todos vocês [jornalistas]. Não existe sequela e deixei no passado – declarou.
- A diretoria é o patrão, eu sou o empregado e existem divergências. Discordância de ordens pessoais, da leitura de um jogo ou de um atleta, todos nós temos. Diálogo deve existir entre nós, interferência não. Esse desgaste não soma nada, mas tem algumas discordâncias, nada mais do que isso – disse Leão.
O treinador ainda revelou não existir nenhum tipo de sequela no caso Paulo Miranda.
- Existiu autoridade, presidente e diretoria têm autoridade para tomar atitudes de ordem financeira e onde quiserem. Não me disseram: "Não vai jogar Joaquim, mas você vai colocar Sebastião", isso é interferência. Quando você só fala que Joaquim não vai jogar, não existe interferência. Não me achei violentado na escalação. Não esperávamos, nem nós nem todos vocês [jornalistas]. Não existe sequela e deixei no passado – declarou.
