Maracajá diz que colocou dinheiro do próprio bolso no Bahia
Por Glauber Guerra
Foto: Bahia Notícias
Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da Tudo FM 102,5, nesta quarta-feira (1º), o ex-mandatário do Bahia e atual presidente do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), Paulo Maracajá, revelou que já chegou a colocar dinheiro do próprio bolso para socorrer o Tricolor. “Muitas vezes já utilizei meu cartão de crédito para comprar mantimentos para o clube. Já paguei salário de funcionário, de jogador, de técnico, do meu próprio bolso. Várias vezes já tomei dinheiro emprestado no banco, em meu nome, para sanar dívidas e ajudar o Bahia. E na hora de quitar o empréstimo, nunca cobrei juros. Até a CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) eu não cobrei”, disse aos jornalistas Samuel Celestino e Daniela Prata.
O ex-dirigente afirmou ainda que um dos momentos mais críticos no clube foi em 2008, quando a equipe foi obrigada a mandar seus jogos em Feira de Santana e Camaçari, já que a Fonte Nova foi interditada pelo tragédia ocorrida em novembro de 2007. “Tivemos que jogar em Camaçari e Feira de Santana. A renda era pouca. Insuficiente para cobrir as despesas do time. Mesmo assim, tomei um empréstimo pessoal e novamente ajudei o clube”, comentou.
Maracajá comentou que se sente injustiçado por ser apontado como culpado por fracassos do Bahia e não escondeu sua decepção por não ter sido convidado para os 80 anos da agremiação, comemorado em setembro deste ano. “Às vezes, me sinto injustiçado. Desde que saí do Bahia, tudo de ruim é culpa de Maracajá. Saí do clube no final da gestão de Petrônio Barradas e resolvi não me envolver. Tudo que acontece é culpa de Maracajá. Sei que tenho minhas responsabilidades negativas e positivas, mas não posso ser responsabilizado por tudo. Só sei que a história ninguém pode mudar. O Campeonato Brasileiro de 1988 foi na gestão de Maracajá e sua equipe. O inédito heptacampeonato baiano também foi na gestão de Maracajá e sua equipe. Em 22 campeonatos baianos que tive fazendo parte do clube, ganhamos 17. Ajudamos na construção do Fazendão, entre outros. Nem para os 80 anos me convidaram. Mas essas conquistas não serão apagadas da história”, destacou.
Maracajá comentou que se sente injustiçado por ser apontado como culpado por fracassos do Bahia e não escondeu sua decepção por não ter sido convidado para os 80 anos da agremiação, comemorado em setembro deste ano. “Às vezes, me sinto injustiçado. Desde que saí do Bahia, tudo de ruim é culpa de Maracajá. Saí do clube no final da gestão de Petrônio Barradas e resolvi não me envolver. Tudo que acontece é culpa de Maracajá. Sei que tenho minhas responsabilidades negativas e positivas, mas não posso ser responsabilizado por tudo. Só sei que a história ninguém pode mudar. O Campeonato Brasileiro de 1988 foi na gestão de Maracajá e sua equipe. O inédito heptacampeonato baiano também foi na gestão de Maracajá e sua equipe. Em 22 campeonatos baianos que tive fazendo parte do clube, ganhamos 17. Ajudamos na construção do Fazendão, entre outros. Nem para os 80 anos me convidaram. Mas essas conquistas não serão apagadas da história”, destacou.
