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"Está faltando sorte para gente", lamenta Marcone

Por Felipe Santana

Há sete anos defendendo as cores azul, vermelha e branco, o volante Marcone, que chegou ao Fazendão em 2004, ainda juvenil, chegará a uma marca importante na partida deste domingo (10), contra o Botafogo, às 16h, no Estádio de Pituaçu. O atleta que teve sua primeira chance como profissional sob comando do então treinador Charles fará sua partida número 200 pelo Bahia. Desde que chegou ao tricolor baiano foram diversos momentos. Fatos esses que para o jogador foram, em sua maioria, de alegrias. "Nessa hora passa um filme na cabeça, principalmente por ter saído da base. Enfrentei o rebaixamento para Série C, ,o acesso à primeira divisão, e com certeza tive mais alegrias que tristeza dentro do Bahia", afirmou. Na partida contra o Corinthians, última partida do Bahia dentro de casa, no Pituaçu, Marcone cobrou duas faltas e nas duas o goleiro Júlio Cesar fez grandes defesas. Sobre a comparação de ser o novo Lima Sergipano, Marcone garante que não tem problemas com o apelido de "Canhão do Fazendão" e prometeu continuar treinando para, enfim, desencantar. "Lima Sergipano teve uma boa passagem por aqui, mas eu sou diferente dele. Estou treinando diariamente as faltas e espero fazer o gol o mais rápido possível", declarou. Sobre o fato de não vencer em casa, onde atuou empatou três e perdeu uma, o jogador não acredita que isso possa atrapalhar na próxima partida. "A torcida tem comparecido, tem feito a parte dela, mas eu acredito que está faltando sorte para gente", finalizou.