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'Gleidson sorriu e me mandou chorar', acusa presidente do Conquista

Por Felipe Santana

Foto: Glauber Guerra/ BN

 

Revoltado com a atuação do árbitro Gleidson Oliveira no empate entre Vitória da Conquista e Bahia, neste domingo (20), no estádio Lomanto Júnior, o presidente do Bode, Ederlane Silva, voltou a falar sobre a polêmica do pênalti marcado para o tricolor da capital e soltou o verbo.


“Estivemos reunidos com o nosso departamento jurídico nesta segunda e vamos enviar uma carta falando sobre a arbitragem do jogo para FBF e STJD. Ele estava atrás do Silvio e, pela sua posição, não viu o lance. Além disso, Braw recebeu uma entrada forte durante a partida e nem cartão ele deu. Foi um absurdo! Ainda colocou na súmula que o atleta botou as duas mãos na bola, de forma intencional”, esbravejou o dirigente.


Segundo Ederlane, os clubes da capital não precisam de ajuda para vencer os jogos e, por isso, ele lutará até o fim para que arbitragens como essa não aconteçam mais. “Vou procurar o Bahia de Feira e o Ipitanga, que também foram vítimas dos árbitros, e buscar nossos direitos. Toda imprensa viu o que aconteceu e vamos continuar gritando sempre que nos sentirmos prejudicados. Acredito que não dará em nada, mas nós vamos até a última instância”, afirmou.


Ao sair do estádio Lomanto Júnior, o mandatário do Conquista diz ter sido vítima da ironia do árbitro Gleidson Oliveira. “Na saída do Lomantão, eu estava indignado e disse para ele ir com o ônibus do Bahia. Ele deu risada e mandou que fosse chorar. Policiais que estavam com ele e meu filho, de 14 anos, presenciaram tudo. Foi revoltante”, contou.