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Entrevistas

Entrevista

Patrick Gonçalves

Patrick Gonçalves

 

Éder Ferrari e Leonardo Ferraz

 

BN - A corrida em Salvador está se aproximando. Como está sua preparação?
Patrick Gonçalves –
Acelerada! Muita concentração e também praticando outros esportes como Kitesurf, Wakeboard e Squash; assim fica mais divertido manter o preparo físico.

 

BN - Ano passado você acabou desclassificado. O que aconteceu?
Patrick Gonçalves –
Não houve desclassificação. Nas ultimas voltas da corrida assumi a segunda posição e o piloto que estava na minha frente errou a freada e espalhou na curva. Neste momento coloquei o carro lado a lado e tinha a preferência da curva, foi quando o outro piloto tentou voltar pra pista acertou na lateral e rodou na minha frente bloqueando minha passagem.  Mesmo assim cruzei a linha de chegada em segundo lugar.

 

BN - Pela desclassificação do ano passado, a pressão por um bom resultado esse ano aumenta?
Patrick Gonçalves –
Esse ano é tudo diferente. A Mini Challenge é uma categoria internacional muito competitiva, com pilotos de alto nível , campeões de outras categorias e pilotos da Copa Caixa StockCar. Estou competindo desde o começo da temporada e tenho que pensar no campeonato e dar o melhor sempre, em todas as corridas. Quanto a pressão é algo que aprendi a lidar bem desde pequeno como piloto.

 

BN – Como está sua relação com a torcida do Bahia. Acha que ficou mais conhecido devido a parceria com o clube?
Patrick Gonçalves –
Fui muito bem recebido, a torcida do Bahia tem muita energia e estou a cada dia mais surpreso positivamente com a nação tricolor. Sem duvida a parceria com o clube levou o automobilismo para muitos torcedores.

 

BN – Como você acha que será a recepção da torcida do Bahia?
Patrick Gonçalves
– Já esta sendo excelente!

 

 

 

BN - Como está sendo a adaptação a Mini Challenge. Pilotar Cooper tem sido mais
emocionante?
Patrick Gonçalves –
Esta é a primeira vez que ando em um carro com tração dianteira, e esta sendo um grande desafio entrar numa categoria tão forte e diferente das categorias de tração traseira que já participei. Alem disso o carrinho é “violento” muito rápido e prazerozo de dirigir.

 

BN - Por falar nisso, o que você acha do circuito do CAB. Quais as maiores virtudes e
defeitos?
Patrick Gonçalves –
O Circuito do CAB foi modificado do ano passado para este,  está mais largo e com mais pontos de ultrapassagem.  É um excelente circuito de rua , com subidas descidas, curvas rápidas e agora com mais pontos de ultrapassagens vai ficar mais legal ainda de andar aqui.

 

BN - Por ser um circuito de rua, é mais complicado?
Patrick Gonçalves –
Circuito de Rua é sempre mais complicado, a concentração é uma fator muito importante e não há espaço pra erros. Além disso a visibilidade em muitas curvas é pequena e temos que acreditar muito para acelerar o mais cedo possível e sair mais rápido.

 

BN - Em sua apresentação no Bahia, você disse não ser um grande entusiasta do futebol, mas
que estava mudando seu conceito após ter ido a alguns jogos em Pituaçu. Continua acompanhando: a paixão aumentou?
Patrick Gonçalves –
Cada dia me apaixono mais pelo Bahia e nos jogos que não vou acompanho pela TV e jornais!

 

BN - Você é a favor ou contra o jogo de equipe praticado pela Ferrari no GP da Alemanha de
Fórmula 1?
Patrick Gonçalves –
Totalmente contra. Uma vergonha o que a Ferrari fez. E é muito difícil julgar o Massa, pois nós não fazemos idéia do que é o circo da F1 na Real.

 

BN - O que falta para o automobilismo baiano engrenar?
Patrick Gonçalves –
Com o GP BAHIA já estamos sentindo uma boa diferença, e certamente com um autódromo na cidade o automobilismo aumenta e todos sairão ganhando. Já temos nomes da Bahia acelerando no Brasil e no Mundo afora, Daniel Oliveira no Rallye de Velocidade (IRC), Ricardo Castro na Marcas e Pilotos, Daniel Mendonça na Motovelocidade ( Superbike ) e o kart també crescendo muito. Estamos mostrando que baiano, de devagar, não tem nada.