Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Holofote
Você está em:
/
/
Entrevistas

Entrevista

Marcelo Guimarães Filho

Marcelo Guimarães Filho

 

 

Por Éder Ferrari

B.N – O senhor está há quatro meses à frente do Esporte Clube Bahia. Quais foram as maiores dificuldades enfrentadas até aqui?


M.G.F – Apesar das dívidas dos clube serem maiores do que eu esperava, as dificuldades e os problemas estão dentro do planejado. Conseguimos adiantar as reformas do Fazendão, deixar os salários da minha gestão em dia e ainda pagamos três dos cinco meses que estavam atrasados da gestão passada dos funcionários, digamos assim, mais humildes, mesmo com toda dificuldade para conseguir receitas. Já em campo, conseguimos nove vitórias seguidas, trouxemos jogadores de qualidade comprovada e estamos na luta pelo título baiano, apesar da queda de produção da equipe, que também era esperada, mas tivemos um descanso e vamos pra reta final recarregados.


B.N – Falando em salários, o senhor afirmou que os da sua gestão estão em dia, mas que ainda deve dois meses aos funcionários mais humildes. Aproximadamente, esses atrasos correspondem ao valor do vencimento de apenas um dos jogadores “tops” da equipe profissional. É questão de prioridade pagar quem recebe mais ou apenas uma questão de manter sua gestão em dia?


M.G.F – Na verdade não é uma questão de prioridade, mas tínhamos que fazer o clube funcionar e administrá-lo a partir do momento da minha posse. Estamos pensando em todos os setores do clube, em todos os funcionários, mas o que faz o Bahia rodar é o futebol profissional, a partir dele que nós viabilizamos o clube. Tivemos um grande parceiro até aqui que foi a nossa torcida, que entendeu a necessidade do clube e vem nos ajudando muito. Reconheço esses dois meses, pretendo e vou pagar. Agora o que é preciso deixar claro é que os salários de todos estão em dia na minha gestão, o que existe é uma dívida que vamos zerar, com certeza.


B.N – Falando de funcionários, Paulo Carneiro foi contratado para ser o gestor de futebol do clube, mas observações no dia a dia o mostram trabalhando em setores que não seriam da sua alçada. Qual é a real função de Paulo Carneiro no Bahia?


M.G.F – Paulo Carneiro, pela sua experiência, foi contratado para nos ajudar no futebol profissional e até aqui seu trabalho tem agradado e saído a contento. Enquanto continuar assim ele continuará conosco e, como todo funcionário, tem seu trabalho avaliado diariamente e muito bem avaliado até aqui, por sinal. O que acontece, como eu posso dizer, é que Paulo, na verdade, não consegue ver uma coisa errada ou por fazer e simplesmente deixar de lado porque não cabe a ele fazer. Mas nada no campo administrativo, apenas na parte que na verdade tem a ver com o futebol mesmo, como alguns pontos das reformas do Fazendão. Nós temos funcionários competentes em todos os setores e nossa diretoria tem trabalhado muito bem em conjunto.


B.N – Algumas informações dão conta de que partiu do gestor Paulo Carneiro a cobrança de ingressos para crianças entre 5 e 12 anos, além do valor dos ingressos nos jogos do Bahia em Pituaçu. Procedem as informações?


M.G.F – Não! Nós temos uma diretoria ativa e todos têm voz pra expor seus pensamentos e conselhos na administração do clube, mas a decisão final sempre é minha. No caso da cobrança de ingressos para crianças, o Paulo não estava presente aqui no Fazendão durante a reunião que definiu essa mudança, eu que optei por isso e todos que participaram da reunião aprovaram. Mas Paulo Carneiro é o gestor de futebol e esse assunto está diretamente ligado à função dele e, portanto, é natural que ele responda sobre o assunto quando é abordado pela imprensa, mesmo tendo sido comunicado depois de a decisão ter sido tomada. Mas, desde o principio, a responsabilidade da idéia e dá colocação em prática é toda minha.


B.N – Outro que aparenta fazer mais do que cabe a ele no Bahia é o empresário de jogadores Orlando da Hora, que sempre é visto no Fazendão circulando por todos os lados, inclusive no campo durante os treinamentos e ainda nos vestiários nos jogos.


M.G.F – O Orlando é um parceiro nosso e tem nos ajudado muito na formação do elenco, além de ser muito amigo do Paulo Carneiro e do nosso treinador, Alexandre Gallo. É como eu te falei: enquanto estiver nos ajudando, trabalhando a favor do crescimento do Bahia, estará aqui no (sic) nosso apoio.


B.N – Informações dão conta de que o prefeito João Henrique o teria procurado a fim de demovê-lo da idéia de continuar com tal medida. O ministro Geddel Vieira Lima também já deu entrevistas se colocando contra a cobrança de ingressos para crianças. Ambos fazem parte do seu partido, o PMDB, isso poderá influenciar na decisão do Bahia de manter ou retirar essa cobrança?


M.G.F – Na verdade o prefeito João Henrique me ligou no sábado (11) sugerindo que revíssemos essa situação, mas afirmei que mantínhamos nossa posição. Ele me falou que não queria me colocar contra a parede, mas que me passava essa sugestão, assim como outras pessoas importantes fizeram o mesmo. Disse a ele, que, como prefeito, sua opinião é muito bem vinda, respeitada e levada em conta. Por isso ficamos de nos encontrar essa semana, mas cheguei de Porto Alegre nesta terça-feira (14) e já estou indo para Brasília, voltando só na quinta-feira (16) e, por isso, deve ficar para semana que vem essa conversa. Mas, a princípio vamos manter nossa posição.

 


B.N – Outro assunto polêmico envolvendo o Bahia e a Prefeitura de Salvador é a intenção de João Henrique em desapropriar a sede de praia do clube na Boca do Rio. Além disso, Jorge Roque, da Casa Espetáculo, que aluga uma parte do local para realizar eventos, teria feito uma proposta de R$ 30 milhões. Qual a posição do clube após a proposta e o prefeito ter afirmado em entrevistas que a cidade não tem dinheiro para pagar pela desapropriação?


M.G.F – Desde antes de assumir a presidência do clube que afirmei minha intenção de fazer um negócio com a sede de praia. A Prefeitura de Salvador está querendo desapropriar toda aquela região da orla e não apenas a nossa sede de praia. Eu tomei o cuidado de pedir ao Rui Cordeiro, que inclusive foi candidato contra mim nas eleições do clube, para que ele fizesse uma avaliação do valor de mercado do local. Fiz isso para mostrar que a nossa intenção e conseguir o melhor para clube e tudo isso sendo feito com a máxima transparência. Voltando a prefeitura, eles fizeram a avaliação e eu estou no aguardo da resposta deles. Sobre o Jorge Roque, realmente ele me enviou uma proposta neste valor, falando que teria parceiros de São Paulo nesse projeto, mas não quis me dizer quais eram essas pessoas, nem me deu nenhum tipo de garantia de que essa proposta é real e viável. Mas a torcida tricolor pode ficar tranqüila, o Bahia não está desesperado para se livrar da sede de praia. Queremos sim fazer um negócio que seja bom para o clube e que ajude a nos estruturar e dar andamento e viabilidade ao Bahia.


B.N – Falando em estrutura, o senhor durante a campanha sempre deixou claro sua intenção de buscar um terreno para a construção de um novo centro de treinamento para o clube. Com as reformas que estão sendo feitas no Fazendão, o senhor mantém essa vontade?


M.G.F – Absolutamente! As reformas que estão sendo feitas no Fazendão eram necessárias para fazer o clube andar. Não dava, simplesmente, para buscar um novo centro de treinamento e não ter um local com instalações minimamente estruturadas para dar condições aos nossos jogadores de poderem trabalhar com tranqüilidade para conseguirmos nossos objetivos na temporada. Mas devemos ter novidades sobre o assunto para a nossa torcida e para a imprensa nos próximos noventa dias se tudo correr dentro do que está sendo trabalhado. Um novo centro de treinamento é fundamental para a reestruturação do Bahia. Assim como um estádio próprio, que pode ser Pituaçu ou não. Esse tempo a frente da presidência do clube deixou claro para mim a necessidade do Bahia ter seu estádio. Não sei se nesse mandato de três anos dará tempo para viabilizar esse projeto, mas quando eu sair o Bahia vai continuar e pretendo deixar esse sonho encaminhado.


B.N – Essa vontade de ter um estádio próprio partiu dos problemas enfrentados nesses primeiros jogos em Pituaçu como as cantinas e a fabricação dos ingressos?


M.G.F – Com certeza colaborou, porque algumas coisas achamos que tem que ficar a cargo do clube. Se nós alugamos um lugar, deveríamos ter direito da sua administração durante o tempo que o utilizamos. Tínhamos um contrato firmado pela antiga diretoria com BWA (Empresa que produz e organiza a venda de ingressos e as catracas), inclusive uma dívida com essa empresa, e a SUBESD acabou fechando contrato com a Outplan (também fabricante de ingressos). Também achamos que ainda existem muitos locais em Pituaçu para utilizar publicidade. Mas nossa vontade, na verdade, aumentada nesses meses tem a ver com a viabilização de marketing, de toda publicidade no estádio, estruturação e aumento de receitas com o não-pagamento de aluguel.


B.N – Continuando em Pituaçu, muitos torcedores têm reclamado do valor dos ingressos (R$ 20 na primeira fase do Campeonato Baiano e R$ 30 nas outras fases e na Série B do Campeonato Brasileiro). O senhor não acha que eles valores estão afastando aquele fiel torcedor do Bahia, que sempre comparecia em todos os jogos na Fonte Nova, mas que agora não tem condições de arcar com o valor das entradas?


M.G.F – Não, a nossa torcida entendeu a necessidade do clube e tem nos ajudado muito. Eu tive o cuidado de fazer uma pesquisa de preço e adicionar todos os juros cobrados de 1998 para cá, para saber qual o valor que deveria ser cobrado de acordo com essa inflação. Os números que chegamos foram de que o mínimo seria R$ 22 e o máximo mais de R$ 40, o que, realmente, neste caso, seria um preço completamente fora das condições do povo baiano, que, infelizmente, ainda não tem condições para isso.

 


B.N – Mas o senhor não acha que poderia ser um cobrado um valor diferenciado em determinado local do estádio e também, voltando à cobrança para crianças, reduzir o preço cobrado para elas?


M.G.F – As dificuldades são de todos. Entendo que muitos dos torcedores que pagavam R$ 5, R$ 10 na Fonte Nova e iam para todas as partidas não estão conseguindo ir com a mesma freqüência para Pituaçu, mas o valor que está sendo cobrado é justo pelos reajustes que ocorreram nos país. Um exemplo: quase todo fim de semana em Salvador tem um grande show e os ingressos custam sempre, no mínimo, algo em torno R$ 50, mais ou menos. Portanto, por enquanto não estamos pensando em mudar o preço dos ingressos não.


B.N – O senhor falou de projetos de marketing caso o Bahia passe a ter estádio próprio. Houve uma grande apresentação, com a participação de toda diretoria do clube e da imprensa, dos projetos do clube mas, por enquanto, o time continua sem patrocínio master na camisa. Por que a demora em conseguir um parceiro para o clube, já que todos os números - seja presença no estádio ou audiência da TV que transmite o Campeonato Baiano - indicam a força da torcida do Bahia?


M.G.F – Na verdade virou até senso comum, um clichê, falar sobre isso, mas a verdade é que a crise mundial também afetou o Bahia. Temos procurado várias empresas que afirmaram ter interesse, mas que no momento não têm condições de investir devido o risco do momento. Mas a nossa necessidade não pode fazer com que aceitemos um valor que não esteja condizente com a nossa marca. Tenha certeza que estamos trabalhando forte buscando um parceiro e as negociações estão em andamento para termos novidades para nossa torcida em breve.


B.N – Então pode chegar novo patrocinador antes do início da Série B?


M.G.F – É provável, muito provável (risos).


B.N – E como andam as vendas dos projetos de fidelização em Pituaçu “Bora Bahêa” e “Bahia Vip”?


M.G.F – As vendas estão a contento, dentro do planejado, mas a claro que eu esperava uma saída maior. Sempre trabalhamos com cautela, mas com aquela perspectiva, quase sempre cumprida pela torcida do Bahia, de quebrar todas as expectativas inicias. Acho que houve uma coincidência com a queda de rendimento da equipe e um mês complicado financeiramente para todo mundo. Acredito que até o início da Série B as vendas vão superar as nossas expectativas. 


B.N – Falando em Série B, recentemente a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) resolveu assumir o controle da competição, que antes estava a cargo da FBA (Futebol Brasil Association). A que se deveu isso e qual as melhoras para o Bahia, se é que existem?


M.G.F – Na verdade a CBF marcou uma reunião que foi mais um comunicado. O que houve foi uma pressão da Globo para que a CBF passasse a administrar a competição. A princípio a mudança foi boa para o Bahia, que terá um aumento na sua cota de transmissão, que era de apenas R$ 600 mil por toda a Série B, mesmo tendo todos os jogos transmitidos. O que os clubes precisariam era ter uma associação forte, no caso da FBA, apenas três times que estão na Série B esse ano são associados dela (América-RN, Vila Nova-GO e Ceará). Então, qual a representatividade de uma entidade como essa? Foi criada uma comissão formada por cinco clubes, e o Bahia será um deles, para representar os clubes junto a CBF. O ideal seria que os próprios clubes negociassem seus contratos de publicidade para a competição, mas logo de cara, já conseguimos R$ 600 mil em hospedagem e passagens, o que não existia antes.


B.N – Voltando à administração do Bahia. O senhor havia prometido na campanha a publicação das contas do clube, eleições diretas e a divulgação dos membros Conselho Deliberativo. Porque nada disso foi feito até agora?


M.G.F – Na verdade não tem um motivo específico. O que ocorreu foi falta de tempo para viabilizar tudo. O Bahia tinha muita coisa para ser feita e precisamos trabalhar em cima de estrutura e do time profissional, mas a torcida pode ficar tranqüila que estamos encaminhando tudo que foi prometido. Já falei com o presidente do Conselho, Ruy Aciolly, e em breve ele estará divulgando o edital para a convocação do conselho para que sejam aprovadas as mudanças previstas no estatuto do clube. Quem mais quer isso sou eu. Sobre as contas, em breve divulgaremos tudo, porque nossa intenção é ter o máximo de transparência na nossa administração.


B.N – A que se deveu a saída de Gilberto Bastos da vice-presidência do clube, cargo que ainda não havia sido criado, mas que o deixava como membro da diretoria?


M.G.F – Todo mundo tem seu modo de agir, de pensar e infelizmente o Gilberto resolveu sair. Tive uma conversa com ele numa boa, mantivemos nosso nível de relacionamento, que sempre foi muito bom, e ele sabe que quando quiser me ligar, voltar a ajudar o clube, as portas estão abertas. Agora, prefiro não entrar em detalhes e deixo a carga do Gilberto fazer isso, se ele quiser também, mas tenha certeza que a saída dele não tem nada a ver com o presidente. A vida segue e o clube não pode parar mesmo com a saída dele. Continuamos nos fortalecendo nos bastidores. Temos conversado bastante com Reub Celestino, Fernando Passos, Fernando Jorge, que têm nos ajudado muito. Sempre falei que queria unir o clube, não acredito em oposição ferrenha no Bahia, já que todos querem um único objetivo, que é o fortalecimento do clube. Vamos continuar trabalhando para unir o máximo de pessoas em torno do ideal de um Bahia forte. Estamos abertos a conselhos, dicas e todo tipo de ajuda.

 


B.N – Falando agora do time, alguns jogadores foram dispensados sem nem entrar em campo e outros que foram contratados também não jogaram. Além disso, todas as vezes que o treinador escalou um time considerado reserva o Bahia passou vexame. Está é a prova de que houve muitos erros nas contratações e que o elenco passará por uma reformulação?


M.G.F – É verdade, mas acertamos mais do que erramos. Conseguimos formar um time, mas, com certeza, faremos ajustes no elenco para a Série B. Infelizmente alguns jogadores não corresponderam à aposta que fizemos e seguirão suas carreiras em outro lugar e isso é muito natural no futebol. Devemos fazer mais quatro ou cinco contratações, além de Joãozinho e dos dois zagueiros que chegaram por último. E para cada um que chegar, alguém tem que sair.


B.N – Um dos novos reforços tem uma fama de boêmio, acentuada aqui em Salvador por sua passagem pelo Vitória. A contratação do Joãozinho pode ser considerada como de risco, até, também, pela seqüência de lesões que o atacante vem enfrentando?


M.G.F – Realmente o Joãozinho tem essa fama de gostar de sair, de baladas, o que é um direto dele desde que não interfira no seu trabalho. Mas nós temos um treinador sério e disciplinador e um grupo de jogadores bem profissional. Pelas conversas que tive com ele durantes as negociações deu pra perceber que ele está muito a fim de trabalhar e acredito que ele vai cumprir com todas as determinações e, grande jogador como é, irá nos ajudar muito dentro de campo. Ah, inclusive, agora ele está casado, o que já ajuda né?


B.N – Sobre as novas contratações, tem como adiantar algum nome?


M.G.F – Só posso adiantar que para as finais do Campeonato Baiano é muito difícil, já que o prazo é curto. Estamos trabalhando e garanto que teremos boas novidades em breve.


B.N – Mudando um pouco de assunto, informações de bastidores dão conta de que haveria uma recomendação do senhor para que ninguém da diretoria e o próprio assessor de imprensa, Jayme Brandão, fale com a equipe de esportes da Itapoan FM, comandada por Zé Eduardo (Bocão) e Márcio Martins, devido às críticas feitas à sua administração. Realmente existe esse boicote?


M.G.F – Não, não existe nada disso! Sempre estou à disposição da imprensa para esclarecer as coisas do Bahia. Mas acho que realmente tem alguns setores que estão exagerando nas críticas e batendo sempre na mesma tecla, usando um tipo de pressão que não existe. Acho que sempre é saudável manter uma relação de respeito com a imprensa e sempre espero que a recíproca seja verdadeira. Eu estou no mundo político há algum tempo e sei lidar bem com as cobranças, não tem problema nenhum.


B.N – Para encerrar, após esses quatro meses de mandato, o senhor ainda acredita que conseguirá cumprir todas as promessas para esse primeiro ano, além de ter sucesso no planejamento de voltar à Série A?


M.G.F – Com certeza! A tendência a partir do início da Série B é que nossas receitas aumentem, que nosso time se fortaleça e que as reformas do Fazendão fiquem prontas, além dos outros projetos, que poderão começar a entrar em prática. O torcedor tricolor pode ficar tranqüilo que toda a diretoria do Bahia, o nosso treinador Alexandre Gallo e nossos jogadores, farão de tudo para alcançarmos nossas metas. Grande abraço a todos!