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Entrevistas

Entrevista

Gabriel

Por Felipe Santana

Gabriel
Foto: Agência Haack

 
Aos 22 anos, o meia Gabriel é considerado por quase todos os tricolores um dos jogadores mais importantes do atual elenco tricolor. Em 2012, autor de vinte assistências para gols, o 'garçom' do Bahia bateu um papo com o Bahia Notícias e falou sobre diversas temas: Paulo Roberto Falcão, futuro, Série A e família.

Bahia Notícias
: Antes do Bahia, você chegou a tentar a carreira como jogador?
Gabriel: Fiz teste no Fluminense de Feira, fui reprovado e já tinha desistido de jogar pois não achei a reprovação justa.
 
BN: Como era a relação com Falcão e o que, na sua opinião, pesou na demissão dele?
Gabriel: Minha relação era boa, sempre me deu oportunidade e o que pesou foram os resultados. O time vinha fazendo boas partidas, mas o resultado não ajudou.
 
BN: Você seria capaz de atuar pelo Vitória?
Gabriel: Acho que não (risos), pois além de ser jogador do Bahia, sou torcedor, que frequentava o estádio, então sou tricolor.
 
 
BN: Já é hora de ligar o sinal de alerta com o momento do time na classificação?
Gabriel: Tem que somar pontos agora para depois não ter que ficar correndo atrás dos resultados com uma pressão maior.
 
BN: Não ter passado pelas categorias de base te atrapalha em algum quesito?
Gabriel:Acho que não, pois o trabalho que é feito no profissional é o mesmo que é feito nas divisões de base, além disso atuei pelo júnior durante  um ano, junto com o Mota e Sérgio Moura, que me ajudaram muito.
 
BN: Qual é a importância da sua família hoje e como está sendo ficar 'longe' com as viagens?
Gabriel: Minha família me ajuda muito e busco sempre o meu objetivo de poder ajudá-los e a distância é sempre ruim, mas tem que acostumar.
 
BN: Extra-campo, sua fama é de um jogador caseiro. Você gosta de sair, baladas e etc?
Gabriel: Não, sou mais caseiro, gosto de ficar com minha família, no bairro que fui criado.
 
 
BN: O carinho e o respeito da torcida do Bahia, hoje, faz bem ou pressiona?
Gabriel: As duas coisas. Faz bem ter o respeito e o carinho do torcedor que sabe que venho me esforçando e pressiona para procurar sempre o meu melhor.

BN: Seu maior sonho como jogador é atuar fora ou defender a seleção? Os dois?
Gabriel: Acredito que qualquer jogador queira jogar na seleção e ganhar a experiência nos times de fora, também é bom, mas no momento só penso em ajudar o Bahia e vamos ver o que acontece mais na frente.
 
BN: Conte como foi lance que machucou o rosto, contra o Flamengo, principalmente por saber que poderia ter sido muito pior.
Gabriel Fiz o passe para o Kléberson e o Luis Antonio me empurrou.  Fui acompanhando a jogada, já me desequilibrando, e quando ele fez o gol eu virei e bati o rosto na placa.