2013 intenso
Pelo menos, já se sabe que 2013 será um ano intenso no futebol; Copa do Nordeste, Estadual, Brasileirão com Bahia e Vitória na primeira divisão depois de 10 anos, Copa do Brasil, Copa das Confederações, inauguração da Arena Fonte Nova.
É prematuro afirmar que nossos dois times vão fazer feio nas competições nacionais. Não se deve eliminar a possibilidade de os técnicos, sem grandes estrelas, encontraram a famosa “liga” que possa competir com sucesso.
O Bahia de 1988, campeão brasileiro, não tinha grandes cobras, mas tinha um conjunto apreciável. De certo modo, Bobô foi o maior de todos os astros tricolores, mas o que valeu mesmo foi o entrosamento e a alegria de jogar.
O Vitória de 1993, finalista contra o Palmeiras, também tinha como grande virtude um jogo coletivo, agressivo e destemido. Sem retrancas e sem medo de errar. Só não foi campeão porque o Palmeiras era uma verdadeira Seleção Nacional.
É preciso alertar Bahia e Vitória para não cometerem o erro de priorizar um campeonato e acabar amargando rebaixamento, como foi o caso do Vitória em 2010, que jogou todas as fichas na Copa do Brasil, onde chegou a decidir com o Santos, mas se desleixou do Brasileiro e terminou caindo para a segunda divisão.
O correto é procurar o equilíbrio, ter um grupo sem distorções de qualidade, que possa aguentar o tranco do princípio ao fim, em todas as competições. Mas ainda vai ser preciso realizar novas contratações, que podem não ser extraordinárias, mas de valor inquestionável.
Nesta semana de final de ano, nunca é demais desejar que o o Ano Novo seja realmente um Ano Bom, cheio de realizações, de mais entendimento e eficiência dos nossos dirigentes.
Que evitem falar mal dos adversários e concretizem conquistas por seus clubes e suas torcidas. Com toda intensidade de um Ano Novo cheio de expectativas!
