Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Holofote
Você está em:
/
/
Coluna

Coluna

VITÓRIA PERFEITO

O torcedor do Vitória tem motivos para sorrir à toa neste domingão de eleições. Além de um triunfo esmagador sobre o Vasco da Gama, nesta sábado, por 4 x 2, no estádio Manoel Barradas, o rubro-negro viu suas chances de cair para segunda divisão em 2011 diminuírem muito. Para se ter uma ideia, o Leão saiu da décima sétima posição na tabela de classificação para a décima quarta, com 37 pontos, precisando de três triunfos para fugir da degola definitivamente.

 

No triunfo avassalador no Barradão, o rubro-negro não deu a mínima chance para os vascaínos, que foram pressionados do início ao fim. A equipe comandada por Antônio Lopes começou dando um verdadeiro calor nos cariocas. Isso porque, o atacante Adailton, que foi um dos destaques do jogo, entrou na área e soltou um foguete, sem chances para Fernando Prass.

 

Essa tática de Lopes, com dois jogadores abertos – além de Adailton, teve Elkeson na esquerda – foi treinada exaustivamente durante a semana. As jogadas, que começavam com o lançamento de Viáfara, caiam nos pés dos dois pontas, como Willians e Marquinhos em 2008, com Vagner Mancini, e deixava Júnior bastante à vontade em receber passes dos dois lados do campo.

 

E essas jogadas foram o diferencial nesta goleada. Elkeson, que voltou ao time em grande estilo, precisava se soltar mais, e foi o que aconteceu. Ele estava em uma tarde típica das atuações que apresentou no primeiro semestre desse ano. Além do gol, o cara foi pra cima dos adversários, driblou e conseguiu desestabilizar a zaga vascaína, que por sinal, é muito limitada tecnicamente.

 

Vale destacar também o sistema defensivo rubro-negro. Wallace e Anderson Martins foram uns monstros e não deixaram Zé Roberto e Felipe passarem. Egidio foi uma espécie de válvula de escape na esquerda, o que estava faltando. Jonas, apesar de um pouco abaixo dos outros, cumpriu o papel de bom defensor. Mas, a grande atuação mesmo foi da dupla de volantes. Neto Coruja e Uelliton foram impecáveis e mostraram que merecem essa vaga. Acho apenas que Ricardo Conceição briga de igual para igual com os dois.