Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Holofote
Você está em:
/
/
Coluna

Coluna

VITÓRIA E A SUPERAÇÃO

Superação. Essa é a palavra que os jogadores do Vitória mais usarão nos próximos dias que antecedem a final da Copa do Brasil contra o Santos no estádio Manoel Barradas. Precisando fazer um placar com três gols de diferença, o rubro-negro, que perdeu na Vila Belmiro por 2 x 0, terá que se esforçar para conquistar seu primeiro título nacional. Além de enfrentar uma boa equipe, estará pressionado por decidir a conquista em casa, sob os olhares de mais de 35 mil pessoas.

 

No primeiro duelo, vimos um Vitória muito recuado, se preocupando em defender. Todos nós sabemos que o time quando se preocupa muito com o setor defensivo termina tomando gol, esquecendo de atacar. O rubro-negro se limitou a marcar os principais jogadores do Peixe, deixando de fazer seu jogo. A Vila estava lotada, mas a torcida do Santos não é uma torcida que pressiona o tempo inteiro, muito pelo contrário. Eu estive lá e vi que não é esse caldeirão todo que muito falam. Para se ter uma ideia, o estádio não lotou e vimos muitas partes das arquibancadas vazias.

 

Acho que Ricardo Silva poderia ter colocado Júnior no lugar de Schwenk no começo do segundo tempo e não promover Gabriel ao time. Essa entrada do terceiro zagueiro puxa muito o time adversário, que começa a pressionar e impor seu ritmo. Toda vez que Ricardo faz isso, o Vitória toma gol, sem exceções. A nossa sorte é que o goleiro rubro-negro, Lee, estava em uma noite digna um grande jogador da sua posição. Outro ponto a se destacar foi a ausência de Nino Paraíba, já que o time baiano ficou sem apoio pelo lado direito.

 

Na partida de volta, quarta-feira que vem, o Vitória vai viver um dilema: ataca e deixa espaços na defesa ou espera o adversário e tem paciência para fazer o resultado necessário? Todos nós sabemos que a equipe da Baixada Santista tem um poder ofensivo fantástico, mas sua defesa é bem fraquinha, em minha opinião. O Leão tem que ter paciência durante os noventa minutos, porque só assim conseguirá reverter o quadro.

 

Sem poder contar com Vanderson e Schwenk, o técnico rubro-negro vai ter que rezar muito para Uelliton e Nino retornarem de lesão. Os dois fizeram falta no jogo de ida, mas devem fazer um esforço a mais para estarem em campo. O que resta agora é pedir apoio da torcida, que com certeza fará sua parte.