Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Holofote
Você está em:
/
/
Coluna

Coluna

MOMENTOS DE REFLEXÃO

Já  se tornou um hábito de qualquer pessoa, por mais abjeta que seja, escolher esta época do Natal para refletir sobre suas atitudes, seus anseios e suas perspectivas de vida. Como minha atividade é a de cronista esportivo – e fui criado sob o hábito de realçar essa magia da festa natalina – insisto que é preciso, também, que torcedores, dirigentes, jogadores e a própria imprensa, se compenetremos da necessidade de corrigir desníveis e buscar novos e melhores horizontes e atuação.

 

O futebol, em particular, teve um ano de violência, com mortes, brigas, más arbitragens, que influiram na ascenção de uns e na queda de outros, dirigentes envolvidos com corrupção, outra vez minimizada pelo corporativismo, mas foi, também, um canal de grandes alegrias, estádios em festa, gente que, de forma marcante, contribuiu para a sobrevivência de seus clubes, e do futebol como esporte mais popular do país.

 

Será  muito bom que não se perca o fio da meada dos objetivos do esporte, que sintetizam fazer amigos, respeitar as diferenças, otimizar mecanismos para um rumo cada vez maior e sustentável. Aliás, a sustentatibilidade está rotulada em todas as ações humanas. É preciso um esforço continuado para não fracassar. Agora mesmo o Bahia, depois de tantos anos de infortúnio, tem que se sustentar entre os da elite, porque esta nova chance não pode ser desprezada. E o Vitória que tropeçou, tem que voltar a exercitar a sua persistência.

 

Enfim, estou trazendo os votos para que cada amante ou praticante do esporte defenda irrestritamente e participe na luta pacífica pela Justiça, pela Paz e pelo Amor ao próximo, mesmo que seja um rival de preferência. Um mundo justo será sempre pacífico – e assim todos encontraremos os atalhos mais seguros para conviver em sociedade.