O TRIO AGORA É BOLA
Foi bom correr atrás do trio-elétrico, para uns ainda fica uma grande saudade, mas, agora, jogadores de 12 times vão correr atrás de uma bola, uns poucos para chegarem ao título, outros na luta contra o rebaixamento.
Os ídolos Ivete, Daniela, Claudinha, Durvalino, Bel e Tomate vão ser substituídos por Ramon, Viáfara, Marcelo, Edilson e muitos outros que ainda podem fazer a diferença neste campeonato.
Há várias perguntas que podem ser feitas agora e cujas respostas somente o caminhar da competição vai reponder: será que o Bahia reencontrou realmente o prumo do sucesso? E o Vitória já resgatou o futebol alegre que o fez tantas vezes campeão nesta década?
E o interior? Será que vamos ter uma nova zebra, como aconteceu com o Colo Colo em 2006? Falar em zebra, o folião paulista acaba de laçar uma bruta listrada no Carnaval: todos apostavam na tribo corintiana “Gaviões da Fiel”, até apontaram como uma opção muito pálida a “Mocidade Alegre” e deu a “Rosas de Ouro”, que levou para a avenida a história do cacau e do chocolate.
Se der interior no nosso campeonato, acho que somente duas equipes têm pedigree para por a mão na taça, o Vitória da Conquista e o Fluminense, mas não se pode, por uma questão de respeito, menosprezar as campanhas do Camaçari e do Madre de Deus, mas convenhamos será zebra-hipopótamo.
De qualquer maneira, antes do segundo clássico, programado para o dia 28, ainda vamos ter duas rodadas, uma amanhã e outra no domingo 21, e seguramente muitos ainda podem botar o bloco na rua e outros começar a recolher as fantasias de chegar entre os que vão para a próxima etapa.