TUDO COMO ANTES
Nada mudou. O Bahia continuou acanhado, tecnicamente fraco, sem força em suas linhas, apenas movido pela palavra estimulante do seu velho-novo treinador, Ferdinando Teixeira, cuja palavra de otimismo e muito bem arranjada não serviu para transformar o que se viu no clássico da Série B – um tricolor que foi apenas um sparring para o líder do campeonato, o Corinthians, que até deu a impressão de encontrar algumas dificuldades no primeiro tempo, mas que, no segundo, acabou transformando o jogo em um coletivo de luxo.
Há muitas e muitas rodadas, diante da debilidade do time, tenho dito que seria muito difícil chegar entre os quatro, até porque jogo sobre jogo, jamais o nosso campeão brasileiro transitou pelo G-4, ficando sempre na beirada dos degoláveis. Houve um momento de entusiasmo e esperança, quando Arturzinho manteve a equipe invicta durante nove partidas, mas isso não conseguiu levar a lugar nenhum, porque os adversários de cima continuaram pontuando e a média diferencial para o quarto colocado foi na base de oito pontos.
Atualmente, com 42 pontos ganhos, está na metade da tabela, sendo até mais perigoso entrar no G-4 negativo, o que seria um desastre para todos nós, porque se há uma coisa que nem se pode discutir é a força mercadológica deste clube, entre os torcedores, a imprensa e os efeitos comerciais do futebol. Nesta posição intermediária, sem jogar um futebol confiável e tendo que enfrentar dois concorrentes diretos fora de casa nestes próximos dias – São Caetano e Bragantino -, é preciso muito cuidado para não ter que cair na faixa do desespero.
A derrota de 3x0 contra o Corinthians, como já disse comentando pela Itapoan FM, foi apenas o fechamento de mais um despedaçado botão de uma camisa rota, porque desde que o campeonato estava começando não foram poucas as advertências de que o time era fraco, o grupo muito desqualificado e o planejamento de péssima visibilidade para enfrentar os rigores da segunda divisão. O tricolor, neste último sábado, em Feira, mais pareceu um soldado cheio de valentia e vontade, mas sem qualquer tipo de munição compatível com a batalha. Levou três tiros fatais de um adversário que nem precisou se aplicar muito para mostrar a sua maior força bélica.
E o Vitória? Vi tudo aqui no interior, pela televisão. Aliás, até que o empate não foi tão incoerente com o jogo, mas se dependesse dos críticos globais, o rubro-negro teria levado uma das maiores goleadas da Série A. Como torcem pelos cariocas e atropelam as verdades mostradas pelas câmeras. Meia dúzia de pênaltis não marcados, impedimentos contra o Vitória sempre muito claros, contra o Fluminense criando dúvidas de milímetros, gols rubro-negros sempre em falhas da defesa carioca, gols tricolores verdadeiras pinturas e maravilhas do mundo, inclusive o contra do zagueiro Thiago Gomes que, segundo o ilustre colega comentarista, só aconteceu porque Washington pressionou de forma fenomenal. Negócio de deixar qualquer um irritado...
Mas o Vitória voltou a jogar um futebol sem brilho. Teve alguns poucos momentos de domínio, andou (como o Flu) perdendo chances incríveis, como a de Leandro Domingues (imperdoável para a sua capacidade e fama), mas não se impôs como mandante, como dono do terreiro, como aconteceu na maioria dos jogos do primeiro turno. Deixou o Fluminense gostar do jogo. Por isso, foi castigado. Bons mesmo foram o goleiro Viáfara e o improvisado lateral Rafael, não se podendo negar a boa recuperação de Marquinhos, com um belo gol. E agora, adeus Libertadores. Já chega a preocupar mesmo uma vaga para a Sul-Americana. Imaginem só, que neste próximo final de semana o jogo será no Morumbi contra o sempre favorito São Paulo!
Portanto, a rodada do final de semana foi apenas um retrato de que ainda somos muito previsíveis. Nada acrescentamos na temporada. Faltando sete rodadas para as competições chegarem ao fim, o Bahia já luta para não cair da B para a C e o Vitória vai ter que fazer das tripas coração para se manter pelo menos entre os 12 da frente, para chegar a uma disputa continental.
Há muitas e muitas rodadas, diante da debilidade do time, tenho dito que seria muito difícil chegar entre os quatro, até porque jogo sobre jogo, jamais o nosso campeão brasileiro transitou pelo G-4, ficando sempre na beirada dos degoláveis. Houve um momento de entusiasmo e esperança, quando Arturzinho manteve a equipe invicta durante nove partidas, mas isso não conseguiu levar a lugar nenhum, porque os adversários de cima continuaram pontuando e a média diferencial para o quarto colocado foi na base de oito pontos.
Atualmente, com 42 pontos ganhos, está na metade da tabela, sendo até mais perigoso entrar no G-4 negativo, o que seria um desastre para todos nós, porque se há uma coisa que nem se pode discutir é a força mercadológica deste clube, entre os torcedores, a imprensa e os efeitos comerciais do futebol. Nesta posição intermediária, sem jogar um futebol confiável e tendo que enfrentar dois concorrentes diretos fora de casa nestes próximos dias – São Caetano e Bragantino -, é preciso muito cuidado para não ter que cair na faixa do desespero.
A derrota de 3x0 contra o Corinthians, como já disse comentando pela Itapoan FM, foi apenas o fechamento de mais um despedaçado botão de uma camisa rota, porque desde que o campeonato estava começando não foram poucas as advertências de que o time era fraco, o grupo muito desqualificado e o planejamento de péssima visibilidade para enfrentar os rigores da segunda divisão. O tricolor, neste último sábado, em Feira, mais pareceu um soldado cheio de valentia e vontade, mas sem qualquer tipo de munição compatível com a batalha. Levou três tiros fatais de um adversário que nem precisou se aplicar muito para mostrar a sua maior força bélica.
E o Vitória? Vi tudo aqui no interior, pela televisão. Aliás, até que o empate não foi tão incoerente com o jogo, mas se dependesse dos críticos globais, o rubro-negro teria levado uma das maiores goleadas da Série A. Como torcem pelos cariocas e atropelam as verdades mostradas pelas câmeras. Meia dúzia de pênaltis não marcados, impedimentos contra o Vitória sempre muito claros, contra o Fluminense criando dúvidas de milímetros, gols rubro-negros sempre em falhas da defesa carioca, gols tricolores verdadeiras pinturas e maravilhas do mundo, inclusive o contra do zagueiro Thiago Gomes que, segundo o ilustre colega comentarista, só aconteceu porque Washington pressionou de forma fenomenal. Negócio de deixar qualquer um irritado...
Mas o Vitória voltou a jogar um futebol sem brilho. Teve alguns poucos momentos de domínio, andou (como o Flu) perdendo chances incríveis, como a de Leandro Domingues (imperdoável para a sua capacidade e fama), mas não se impôs como mandante, como dono do terreiro, como aconteceu na maioria dos jogos do primeiro turno. Deixou o Fluminense gostar do jogo. Por isso, foi castigado. Bons mesmo foram o goleiro Viáfara e o improvisado lateral Rafael, não se podendo negar a boa recuperação de Marquinhos, com um belo gol. E agora, adeus Libertadores. Já chega a preocupar mesmo uma vaga para a Sul-Americana. Imaginem só, que neste próximo final de semana o jogo será no Morumbi contra o sempre favorito São Paulo!
Portanto, a rodada do final de semana foi apenas um retrato de que ainda somos muito previsíveis. Nada acrescentamos na temporada. Faltando sete rodadas para as competições chegarem ao fim, o Bahia já luta para não cair da B para a C e o Vitória vai ter que fazer das tripas coração para se manter pelo menos entre os 12 da frente, para chegar a uma disputa continental.