TRÊS EM UM
Por Edson Almeida
Primeiro – É menos triste saber que o jovem volante Oliveira, que acaba de ser condenado a abandonar o futebol por problemas cardíacos, pelo menos, vai continuar vivendo com uma aposentadoria, seguramente diante dos cuidados do Dr. Marcos Lopes, chefe-médico do Bahia, que tem sido exemplo de trabalho, eficiência e humanitarismo. Em outras épocas ou em clubes sem a visão deste extraordinário profissional, tudo seria feito na surdina, o jogador não assinaria o contrato e acabaria na porta de um albergue pedindo abrigo. Se é que vale o conselho de um velho cronista que já esteve, em 1980, em terrível coma e desenganado de continuar na estrada, não deixe de viver sua vida com alegria e se especialize em alguma atividade que possa absorver a sua utilidade. Não se deixe levar pelo emocional, pois essas encruzilhadas a gente só consegue superar com respeito à orientação médica, evitando excessos, muita fé em Deus e participação efetiva dentro de sua comunidade. Tenho certeza que amanhã, quando você tiver os seus filhos e seus netos, poderá orgulhá-los com uma história de perseverança e solidariedade, porque nada é mais digno do que a gente saber que nunca semeou espinhos, mas se aplicou o tempo todo, com tranqüilidade e sem a recompensa de holofotes, na busca de um mundo melhor.
Segundo – Esse negócio de o Bahia jogar a Série B no Barradão está ganhando proporções desagradáveis. Particularmente acho que será um gol de maturidade as duas maiores forças do Estado chegarem a um acordo, formalizando um documento comercial, com o tricolor voltando a mandar seus jogos na Capital. Porque está mais do que provado que, com jogos programados para fora de seu habitat, só mesmo o Flamengo e o Corinthians conseguem encher estádios. Na Bahia, no Rio ou no Acre. Os outros, como o próprio Bahia, são times de platéias locais. O que eu fico sem entender é que alguns companheiros, inclusive Zé Eduardo, que é um dos comandantes e mentores da equipe da Transamérica FM, onde sou um dos comentaristas, fiquem achando estranho que o presidente do Vitória, Sr. Jorginho Sampaio, tenha dito, com ironia ou não, que o texto da nota oficial que pretende dar na próxima semana, aceitando ou não compor com o seu rival, seria redigido por mim, por achar meu texto de boa qualidade. Antes de tudo, lá na Toca há um profissional da mais alta competência, o Roque Mendes, meu amigo e irmão. Mas sou um jornalista profissional, que ganha a vida de forma decente e não vejo nenhuma imoralidade escrever textos tanto para Vitória quanto para o Bahia, clubes por onde já passei, com muito orgulho e dedicação,. Como assessor de imprensa. Sei que não é este o alvo de Zé Eduardo, mas ainda agora há pessoas que entendem que inflacionei o mercado de assessores de imprensa esportiva, porque sempre tive um salário acima da média, mas errado e condenável seria se eu ganhasse mensalmente sem ter que escrever uma só linha. Para não perder a oportunidade de responder a um torcedor inflamado que lembrou que o mundo dá muitas voltas, é bom lembrar que a volta atual da torcida rubro-negra já é uma represália dos achaques ao seu estádio e das humilhações de décadas passadas. Mas o momento é de entendimento, superação de mágoas e acordo profissional.
Terceiro – O Vitória sabe que tem que ultrapassar um grande obstáculo a cada rodada para continuar vivo na Série A. Neste sábado, é o Goiás, que já vem de ótimo resultado (4-0) contra o Santos, em plena Vila Belmiro. Aliás, o rubro-negro não ganha do alviverde do Brasil Central desde 2002, quando o goleou, no Barradão, por 4-1. De lá até aqui, foram dois empates, 1-1 no Serra Dourada e 0-0 no MB, e duas derrotas, 3-4 no MB e 4-0 no Serra Dourada. Mesmo tomando como base os jogos em seu próprio estádio, o Vitória tem apenas uma pequena vantagem, com três vitórias, duas derrotas e um empate em seis jogos, 11 gols marcados contra oito do adversário. Só há uma receita que vale para todos os outros jogos: tomar a atitude de time grande, atacando, jogando com coragem, tentando fazer gols do princípio ao fim, como fez contra o Figueirense, o Santos e o Internacional. Se isso for repetido, fatalmente o resultado será positivo. Ou na pior das hipóteses, todos verão que o time jogou com a bravura que todos exigem. Sem se apequenas, sem deixar de buscar o sucesso.
Primeiro – É menos triste saber que o jovem volante Oliveira, que acaba de ser condenado a abandonar o futebol por problemas cardíacos, pelo menos, vai continuar vivendo com uma aposentadoria, seguramente diante dos cuidados do Dr. Marcos Lopes, chefe-médico do Bahia, que tem sido exemplo de trabalho, eficiência e humanitarismo. Em outras épocas ou em clubes sem a visão deste extraordinário profissional, tudo seria feito na surdina, o jogador não assinaria o contrato e acabaria na porta de um albergue pedindo abrigo. Se é que vale o conselho de um velho cronista que já esteve, em 1980, em terrível coma e desenganado de continuar na estrada, não deixe de viver sua vida com alegria e se especialize em alguma atividade que possa absorver a sua utilidade. Não se deixe levar pelo emocional, pois essas encruzilhadas a gente só consegue superar com respeito à orientação médica, evitando excessos, muita fé em Deus e participação efetiva dentro de sua comunidade. Tenho certeza que amanhã, quando você tiver os seus filhos e seus netos, poderá orgulhá-los com uma história de perseverança e solidariedade, porque nada é mais digno do que a gente saber que nunca semeou espinhos, mas se aplicou o tempo todo, com tranqüilidade e sem a recompensa de holofotes, na busca de um mundo melhor.
Segundo – Esse negócio de o Bahia jogar a Série B no Barradão está ganhando proporções desagradáveis. Particularmente acho que será um gol de maturidade as duas maiores forças do Estado chegarem a um acordo, formalizando um documento comercial, com o tricolor voltando a mandar seus jogos na Capital. Porque está mais do que provado que, com jogos programados para fora de seu habitat, só mesmo o Flamengo e o Corinthians conseguem encher estádios. Na Bahia, no Rio ou no Acre. Os outros, como o próprio Bahia, são times de platéias locais. O que eu fico sem entender é que alguns companheiros, inclusive Zé Eduardo, que é um dos comandantes e mentores da equipe da Transamérica FM, onde sou um dos comentaristas, fiquem achando estranho que o presidente do Vitória, Sr. Jorginho Sampaio, tenha dito, com ironia ou não, que o texto da nota oficial que pretende dar na próxima semana, aceitando ou não compor com o seu rival, seria redigido por mim, por achar meu texto de boa qualidade. Antes de tudo, lá na Toca há um profissional da mais alta competência, o Roque Mendes, meu amigo e irmão. Mas sou um jornalista profissional, que ganha a vida de forma decente e não vejo nenhuma imoralidade escrever textos tanto para Vitória quanto para o Bahia, clubes por onde já passei, com muito orgulho e dedicação,. Como assessor de imprensa. Sei que não é este o alvo de Zé Eduardo, mas ainda agora há pessoas que entendem que inflacionei o mercado de assessores de imprensa esportiva, porque sempre tive um salário acima da média, mas errado e condenável seria se eu ganhasse mensalmente sem ter que escrever uma só linha. Para não perder a oportunidade de responder a um torcedor inflamado que lembrou que o mundo dá muitas voltas, é bom lembrar que a volta atual da torcida rubro-negra já é uma represália dos achaques ao seu estádio e das humilhações de décadas passadas. Mas o momento é de entendimento, superação de mágoas e acordo profissional.
Terceiro – O Vitória sabe que tem que ultrapassar um grande obstáculo a cada rodada para continuar vivo na Série A. Neste sábado, é o Goiás, que já vem de ótimo resultado (4-0) contra o Santos, em plena Vila Belmiro. Aliás, o rubro-negro não ganha do alviverde do Brasil Central desde 2002, quando o goleou, no Barradão, por 4-1. De lá até aqui, foram dois empates, 1-1 no Serra Dourada e 0-0 no MB, e duas derrotas, 3-4 no MB e 4-0 no Serra Dourada. Mesmo tomando como base os jogos em seu próprio estádio, o Vitória tem apenas uma pequena vantagem, com três vitórias, duas derrotas e um empate em seis jogos, 11 gols marcados contra oito do adversário. Só há uma receita que vale para todos os outros jogos: tomar a atitude de time grande, atacando, jogando com coragem, tentando fazer gols do princípio ao fim, como fez contra o Figueirense, o Santos e o Internacional. Se isso for repetido, fatalmente o resultado será positivo. Ou na pior das hipóteses, todos verão que o time jogou com a bravura que todos exigem. Sem se apequenas, sem deixar de buscar o sucesso.