LIÇÕES DA VIDA
Por Edson Almeida
Nenhum clube brasileiro tem passado por tantos castigos e lições como o glorioso Bahia, de tantos títulos, de uma das mais fiéis e apaixonadas torcidas brasileiras, de tantas glórias. Chega a ser mesmo muito difícil se encontrar justificativas concretas para tanto martírio que não se delimita apenas na escassez de títulos nos 10 últimos anos, mas, também, a precariedade causada pela falta de um estádio para sediar seus jogos, as tentativas pouco acertadas nas contratações de jogadores, as fraquíssimas rendas nos jogos, os parcos recursos alcançados com as diversas ações do Marketing.
Como já expliquei recentemente, acho até que o Bahia está colhendo atualmente os amargos frutos da imprevidência de não haver construído, pela grandeza que sempre representou, sequer um equipamento de médio porte para sediar jogos em situações alternativas. Mas esta não é uma situação que deve ser responsabilizada ao passado como se os responsáveis já se foram, porque vários dos atuais dirigentes são os mesmos daqueles tempos de inconseqüências – e o que mais realça o problema é que as providências adotadas não são as mais coerentes para um saneamento rápido.
Agora mesmo, enquanto uma grande maioria da imprensa se aplica em apagar os ressentimentos entre Bahia e Vitória, para o tricolor mandar os seus jogos no Manoel Barradas, até Pituaçu ficar reformado, o que se sabe é que os dirigentes tricolores estão mantendo entendimentos com os governantes de Sergipe, que acenam uma boa proposta de contribuição, para voltar a sediar suas partidas no Lourival Baptista, como ocorreu há 38 anos, no Torneio Roberto Gomes Pedrosa, quando resolveram construir o anel superior da Fonte Nova.
Àquela época, nenhum clube sergipano participava de qualquer competição nacional, com os jogos tricolores sendo uma ótima atração, porque lá estiveram times de grande prestígio como Flamengo, Corinthians, Cruzeiro e tantos outros. Agora, o Sergipe e o Confiança participam da Série C e já apressaram reunião com o presidente da Federação local, Carivaldo Souza, e o secretário adjunto da Comunicação Social do Estado, Maurício Pimentel. Eles querem que o governador Marcelo Deda também os proteja na temporada nacional, porque acham que, se o Bahia vai ter ajuda, muito mais merecem os clubes sergipanos.
Os jornais não trazem informações de nenhum conflito, de nenhum ciúme doentio sobre a questão. Mas trazem a informação velada de que os sergipanos também são filhos de Deus e que merecem auxílio financeiro para uma campanha melhor na Série C. E nenhum de nós tem o direito de contestar esta legítima reivindicação dos vizinhos do Norte.
O que não entendo é essa forma de o tricolor pretender deixar Feira de Santana, sob a argumentação de que o gramado do Jóia da Princesa é de péssima qualidade e motivo de seus maus resultados. Deveria, sim, solicitar os devidos reparos aos governantes de Feira, adotar a cidade como verdadeira parceira, inclusive passando a treinar seus coletivos-aprontos, além de uma integração maior com a sociedade local. Aracaju pode ser mais acolhedora, ter um gramado melhor, mas a distância é maior e agora serão enfrentadas as dificuldades do estranho que chega para usufruir o espaço dos donos da casa.
Mas enquanto isso não se resolve, ficamos todos nós na expectativa de bons resultados, tanto do Bahia contra o sempre favorito Juventude no Alfredo Jaconi, no dia de São João, terça, 24, quanto do Vitória diante do sempre competitivo Internacional, já no domingo, mesmo se tratando de um jogo no Barradão, onde o rubro-negro tem larga vantagem retrospectiva.
Nenhum clube brasileiro tem passado por tantos castigos e lições como o glorioso Bahia, de tantos títulos, de uma das mais fiéis e apaixonadas torcidas brasileiras, de tantas glórias. Chega a ser mesmo muito difícil se encontrar justificativas concretas para tanto martírio que não se delimita apenas na escassez de títulos nos 10 últimos anos, mas, também, a precariedade causada pela falta de um estádio para sediar seus jogos, as tentativas pouco acertadas nas contratações de jogadores, as fraquíssimas rendas nos jogos, os parcos recursos alcançados com as diversas ações do Marketing.
Como já expliquei recentemente, acho até que o Bahia está colhendo atualmente os amargos frutos da imprevidência de não haver construído, pela grandeza que sempre representou, sequer um equipamento de médio porte para sediar jogos em situações alternativas. Mas esta não é uma situação que deve ser responsabilizada ao passado como se os responsáveis já se foram, porque vários dos atuais dirigentes são os mesmos daqueles tempos de inconseqüências – e o que mais realça o problema é que as providências adotadas não são as mais coerentes para um saneamento rápido.
Agora mesmo, enquanto uma grande maioria da imprensa se aplica em apagar os ressentimentos entre Bahia e Vitória, para o tricolor mandar os seus jogos no Manoel Barradas, até Pituaçu ficar reformado, o que se sabe é que os dirigentes tricolores estão mantendo entendimentos com os governantes de Sergipe, que acenam uma boa proposta de contribuição, para voltar a sediar suas partidas no Lourival Baptista, como ocorreu há 38 anos, no Torneio Roberto Gomes Pedrosa, quando resolveram construir o anel superior da Fonte Nova.
Àquela época, nenhum clube sergipano participava de qualquer competição nacional, com os jogos tricolores sendo uma ótima atração, porque lá estiveram times de grande prestígio como Flamengo, Corinthians, Cruzeiro e tantos outros. Agora, o Sergipe e o Confiança participam da Série C e já apressaram reunião com o presidente da Federação local, Carivaldo Souza, e o secretário adjunto da Comunicação Social do Estado, Maurício Pimentel. Eles querem que o governador Marcelo Deda também os proteja na temporada nacional, porque acham que, se o Bahia vai ter ajuda, muito mais merecem os clubes sergipanos.
Os jornais não trazem informações de nenhum conflito, de nenhum ciúme doentio sobre a questão. Mas trazem a informação velada de que os sergipanos também são filhos de Deus e que merecem auxílio financeiro para uma campanha melhor na Série C. E nenhum de nós tem o direito de contestar esta legítima reivindicação dos vizinhos do Norte.
O que não entendo é essa forma de o tricolor pretender deixar Feira de Santana, sob a argumentação de que o gramado do Jóia da Princesa é de péssima qualidade e motivo de seus maus resultados. Deveria, sim, solicitar os devidos reparos aos governantes de Feira, adotar a cidade como verdadeira parceira, inclusive passando a treinar seus coletivos-aprontos, além de uma integração maior com a sociedade local. Aracaju pode ser mais acolhedora, ter um gramado melhor, mas a distância é maior e agora serão enfrentadas as dificuldades do estranho que chega para usufruir o espaço dos donos da casa.
Mas enquanto isso não se resolve, ficamos todos nós na expectativa de bons resultados, tanto do Bahia contra o sempre favorito Juventude no Alfredo Jaconi, no dia de São João, terça, 24, quanto do Vitória diante do sempre competitivo Internacional, já no domingo, mesmo se tratando de um jogo no Barradão, onde o rubro-negro tem larga vantagem retrospectiva.