RODADA DE AFIRMAÇÃO
Costumo dizer que a partir de uma terceira rodada de campeonato é quando os clubes, já mais aquecidos e sem os problemas inerentes das novas contratações de reforços, começam a mostrar a sua verdadeira cara. Até que os nossos dois grandes times ainda procuram fortalecer os seus grupos de atletas, mas, na verdade, já é hora de se conhecer os propósitos de cada um.
No Bahia, Paulo Comelli parece só ter que ajustar alguma coisa no meio-campo e a totalidade de seu modo de atacar, porque, como ocorreu praticamente em todo turno decisivo do Estadual, quem tem feito os gols tricolores são os meio-campistas ou os da defesa. Mas o Bahia, que ainda vai testar uns quatro a cinco reforços recentemente contratados, parece ter a espinha dorsal de sua equipe muito bem ajustada. Com quatro pontos em dois jogos (empate em casa e vitória fora), se vencer o Santo André neste sábado, o time de Comelli ficará em uma posição confortável, podendo figurar no G-4, o grupo dos classificáveis à primeira divisão.
O Vitória contratou gente nova em maior quantidade, tem até um grupo mais qualificado, só que Wagner Mancini ainda enfrenta várias dúvidas. A derrota em casa para o Cruzeiro e o empate fora contra o Sport estão sendo relatados pelo fato de, em ambos os jogos, o rubro-negro haver jogado bem no segundo tempo, criado ótimas oportunidades, mas isso não satisfaz, porque a verdadeira situação é que o nosso bicampeão só tem um ponto e está muito distanciado dos times que já começam a se firmar como pretendentes a vagas nas competições sul-americanas.
Mancini diz, como contraponto das críticas ao esquema, que já começa a ajustar a defesa, que o goleiro parece já não ser mais problema com a grande estréia do colombiano Viasfara, e que, agora, vai ser a vez de resgatar a eficiência do ataque, que no Baiano foi recordista em gols, mas que na primeira divisão nacional continua virgem. E que o maior problema está em uma fase de desacerto, não porque os escalados – Marquinhos e Rodrigão -, não tenham o seu valor. Se essas premissas podem até ser reais, o problema é que nesta rodada, contra o Figueirense, jogando em seu estádio, o Barradão, o Vitória não pode mais vacilar. Como favorito, tem que mostrar atitude, buscando o sucesso do princípio ao fim.
O país inteiro foi testemunha de um extraordinário exemplo de superação na vitória do Fluminense, por 3x1, classificando-se para a semifinal da Taça Libertadores, contra o poderoso São Paulo que, até o último instante parecia ser o dono da vaga. Mas o Flu não desanimou, insistiu, lutou, jamais se apequenou diante das dificuldades e buscou, de forma heróica, um triunfo no tempo de acréscimo.
É mais ou menos isso que a torcida exige de tricolores e rubro-negros nestas duas importantes empreitadas. Luta, empenho, atitude, busca incessante das vitórias. Porque mesmo quando se perde lutando, deixa-se a sensação de que não foi por apatia, descaso ou insensatez. Fica sempre no ar a esperança de novos dias e novos triunfos.
Como ainda estamos diante de uma terceira das 38 rodadas que vamos disputar em cada uma das duas divisões, o torcedor precisa ter essa certeza de que tanto os comandados de Comelli quanto os de Mancini entram em campo com a disposição de preencher todos esses requisitos de competir com alma, vigor e determinação...
No Bahia, Paulo Comelli parece só ter que ajustar alguma coisa no meio-campo e a totalidade de seu modo de atacar, porque, como ocorreu praticamente em todo turno decisivo do Estadual, quem tem feito os gols tricolores são os meio-campistas ou os da defesa. Mas o Bahia, que ainda vai testar uns quatro a cinco reforços recentemente contratados, parece ter a espinha dorsal de sua equipe muito bem ajustada. Com quatro pontos em dois jogos (empate em casa e vitória fora), se vencer o Santo André neste sábado, o time de Comelli ficará em uma posição confortável, podendo figurar no G-4, o grupo dos classificáveis à primeira divisão.
O Vitória contratou gente nova em maior quantidade, tem até um grupo mais qualificado, só que Wagner Mancini ainda enfrenta várias dúvidas. A derrota em casa para o Cruzeiro e o empate fora contra o Sport estão sendo relatados pelo fato de, em ambos os jogos, o rubro-negro haver jogado bem no segundo tempo, criado ótimas oportunidades, mas isso não satisfaz, porque a verdadeira situação é que o nosso bicampeão só tem um ponto e está muito distanciado dos times que já começam a se firmar como pretendentes a vagas nas competições sul-americanas.
Mancini diz, como contraponto das críticas ao esquema, que já começa a ajustar a defesa, que o goleiro parece já não ser mais problema com a grande estréia do colombiano Viasfara, e que, agora, vai ser a vez de resgatar a eficiência do ataque, que no Baiano foi recordista em gols, mas que na primeira divisão nacional continua virgem. E que o maior problema está em uma fase de desacerto, não porque os escalados – Marquinhos e Rodrigão -, não tenham o seu valor. Se essas premissas podem até ser reais, o problema é que nesta rodada, contra o Figueirense, jogando em seu estádio, o Barradão, o Vitória não pode mais vacilar. Como favorito, tem que mostrar atitude, buscando o sucesso do princípio ao fim.
O país inteiro foi testemunha de um extraordinário exemplo de superação na vitória do Fluminense, por 3x1, classificando-se para a semifinal da Taça Libertadores, contra o poderoso São Paulo que, até o último instante parecia ser o dono da vaga. Mas o Flu não desanimou, insistiu, lutou, jamais se apequenou diante das dificuldades e buscou, de forma heróica, um triunfo no tempo de acréscimo.
É mais ou menos isso que a torcida exige de tricolores e rubro-negros nestas duas importantes empreitadas. Luta, empenho, atitude, busca incessante das vitórias. Porque mesmo quando se perde lutando, deixa-se a sensação de que não foi por apatia, descaso ou insensatez. Fica sempre no ar a esperança de novos dias e novos triunfos.
Como ainda estamos diante de uma terceira das 38 rodadas que vamos disputar em cada uma das duas divisões, o torcedor precisa ter essa certeza de que tanto os comandados de Comelli quanto os de Mancini entram em campo com a disposição de preencher todos esses requisitos de competir com alma, vigor e determinação...