Turbilhão Feminino: Especial Tricolíderes com Stephany e Laiane
No último dia 21 de junho (quarta-feira) tive a oportunidade entrevistar as duas integrantes das Tricolíderes, são elas Stephany Nunes e Laiane Ferreira. Tricolíderes é o nome das animadoras de torcida do Esporte Clube Bahia.
A entrevista que você vai acompanhar agora integra minha última série de edições especiais dentro do Futebol e pode ser conferida também nos nossos canais do Youtube, Kwai e Tiktok.
Naturais de Salvador (BA) as torcedoras do tricolor de aço bateram um papo super especial, confira a entrevista completa:
Fernanda Barros – Como começou a relação de vocês com o futebol?
Stephany – Desde pequena, desde novinha com meu pai, sempre acompanhei muitos jogos junto com ele.
Laiane – O futebol está na minha vida desde muito nova, desde pequenininha, principalmente depois que ouve aquele acidente na antiga Arena, que infelizmente acabou marcando, porque eu vivi, vi a situação de perto, então depois dali eu fiquei mais apaixonada ainda pelo futebol, como também pelas Tricolíderes. Porque foi daí que fui conhecendo.
Fernanda Barros – Conta a história das Tricolíderes, quando vocês começam?
Stephany – Eu entrei o ano passado, foi bem recente. É uma luta diária para a gente, mas é muito gratificante estar no campo, animando, vendo a energia da galera, atrás do gol, é muito gratificante.
Laiane – Minha história com as Tricolíderes começou em 2019 quando eu tentei entrar, infelizmente por saúde eu tive que sair, então não consegui, mas continuei tentando entrar e entrei ano passado, fez um ano este ano. É como ela disse, é uma luta constante porque quem está vendo de fora acha que é fácil, a gente passa por muitas situações.
Fernanda Barros – Vocês acompanham mais o masculino ou o feminino, como é para vocês a experiência?
Stephany – A gente acompanha os dois, tanto o feminino quanto o masculino, estamos presentes nos dois jogos, independente se são conjuntos ou não, já estivemos nos dois jogos, um mais cedo que o outro óbvio, mas mesma animação, a diferença é só a torcida que às vezes deixa a desejar muito mais para o masculino do que no feminino.
Fernanda Barros – Vocês já presenciaram ou com vocês ou as outras meninas assédio e se sentem seguras em vir sozinhas para o estádio?
Laiane – Infelizmente não tem ainda como a gente se sentir segura em vir para o estádio sozinha, mas mesmo assim a gente vem, porque é uma luta constante. Mesmo sendo Tricolíder ou com a Diretora sempre tem assédio, então é isso que a gente está tentando bater para parar.
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