PROVA DOS NOVE
Este jogo contra o Paraná Clube, nesta quarta-feira, já pela segunda fase da Copa do Brasil é uma verdadeira “prova dos nove” para o Vitória sentir como realmente anda o seu grupo, em função de ser nosso único representante na divisão de elite nacional.
Geralmente a gente diz que o estadual não é parâmetro para se medir a capacidade de nossas equipes, mas o preocupante é que o rubro-negro anda muito vacilante no campeonato local – e mesmo praticamente classificado -, não tem feito apresentações convincentes.
O Paraná, que vem de importante triunfo (1x0) sobre o rival Atlético, embora seja o sexto colocado no campeonato paranaense, sempre foi um adversário muito difícil para o Vitória. Em 17 jogos oficias, ganhou oito, empatou quatro e perdeu cinco. Tirou do rubro-negro a chance de ser campeão brasileiro da Série B de 1992 (2x1 em Curitiba e 1x0 em Salvador) e na única Copa do Brasil em que os dois se enfrentaram (1996, empate de 0x0 em Salvador e vitória paranista por 1x0, em Curitiba), eliminando o time da Toca em uma segunda fase, como a que se disputa amanhã.
Tenho ouvido e lido os meus companheiros da imprensa local e todos têm o mesmo sentimento que me povoa: um empate será ótimo resultado, um triunfo algo extraordinário, porque mesmo não estando lá essas coisas no estadual de lá, pois é o sexto colocado, com apenas 23 pontos ganhos, 20 a menos que o líder Atlético, que tem 43 pontos ganhos, e abaixo de Coritiba, Toledo, Iraty e J. Malucelli, o Paraná é um osso duro de roer.
A vitória sobre o Atlético de Alagoinhas, por 2x1, de virada e muito questionada, porque o árbitro deixou de marcar um pênalti a favor dos interioranos, de certo modo deu uma nova chance ao técnico Oswaldo Alvarez, que nesta passagem pelo Vitória tem demonstrado ser um homem de sorte, pois toda vez que lhe pedem a cabeça, tem saído de forma até surpreendente.
A quarta-feira, portanto, promete uma nova história para o nosso campeão que, por sinal, tem a melhor trajetória de todos os nordestinos na Copa do Brasil, sendo o 9º no ranking, com 145 pontos, enquanto o Paraná ocupa a modestíssima 25ª colocação, com apenas 61 pontos.
Mas ranking não dá vitória antecipada a ninguém. E no caso em questão, o Vitória vai ter que melhorar muito o nível de equilíbrio técnico, tático e emocional. Porque até que tem um bom grupo, mas bastante desequilibrado nestes três fundamentos.
Geralmente a gente diz que o estadual não é parâmetro para se medir a capacidade de nossas equipes, mas o preocupante é que o rubro-negro anda muito vacilante no campeonato local – e mesmo praticamente classificado -, não tem feito apresentações convincentes.
O Paraná, que vem de importante triunfo (1x0) sobre o rival Atlético, embora seja o sexto colocado no campeonato paranaense, sempre foi um adversário muito difícil para o Vitória. Em 17 jogos oficias, ganhou oito, empatou quatro e perdeu cinco. Tirou do rubro-negro a chance de ser campeão brasileiro da Série B de 1992 (2x1 em Curitiba e 1x0 em Salvador) e na única Copa do Brasil em que os dois se enfrentaram (1996, empate de 0x0 em Salvador e vitória paranista por 1x0, em Curitiba), eliminando o time da Toca em uma segunda fase, como a que se disputa amanhã.
Tenho ouvido e lido os meus companheiros da imprensa local e todos têm o mesmo sentimento que me povoa: um empate será ótimo resultado, um triunfo algo extraordinário, porque mesmo não estando lá essas coisas no estadual de lá, pois é o sexto colocado, com apenas 23 pontos ganhos, 20 a menos que o líder Atlético, que tem 43 pontos ganhos, e abaixo de Coritiba, Toledo, Iraty e J. Malucelli, o Paraná é um osso duro de roer.
A vitória sobre o Atlético de Alagoinhas, por 2x1, de virada e muito questionada, porque o árbitro deixou de marcar um pênalti a favor dos interioranos, de certo modo deu uma nova chance ao técnico Oswaldo Alvarez, que nesta passagem pelo Vitória tem demonstrado ser um homem de sorte, pois toda vez que lhe pedem a cabeça, tem saído de forma até surpreendente.
A quarta-feira, portanto, promete uma nova história para o nosso campeão que, por sinal, tem a melhor trajetória de todos os nordestinos na Copa do Brasil, sendo o 9º no ranking, com 145 pontos, enquanto o Paraná ocupa a modestíssima 25ª colocação, com apenas 61 pontos.
Mas ranking não dá vitória antecipada a ninguém. E no caso em questão, o Vitória vai ter que melhorar muito o nível de equilíbrio técnico, tático e emocional. Porque até que tem um bom grupo, mas bastante desequilibrado nestes três fundamentos.