Fonte de todos nós
Este domingo, 7 de abril, tem que ser mais uma página histórica desta nossa querida Bahia. Como ainda é a Descoberta do Brasil, em Porto Seguro, no longínquo 22 de abril de 1500 e a consolidação da Independência Nacional, em 2 de julho de 1823, entre tantos outros feitos gloriosos, como a Música mais festejada do país, a Literatura de inesquecíveis mestres, o Carnaval mais popular do mundo, a culinária mais saborosa do planeta e a hospitalidade de sua gente, que fazem deste Estado uma Terra da Felicidade.
Afinal, vamos ter um estádio de primeiro mundo, uma arena multiuso que vai ser um marco para o esporte e para a cultura baianas, especialmente o futebol, maior paixão de todas as classes sociais. Portanto, temos que escrever este novo e importante capítulo com o coração e sentimento de quase 15 milhões de irmãos. Com ética e com cidadania. Respeitando a competitividade que envolve o grande clássico Bahia-Vitória, mostrando que somos parceiros até na diversidade de nossas tendências.
Vai ser uma extraordinária e inesquecível festa ver a velha Fonte Nova renovada, apinhada de cores e sonorizada por vozes exultantes de alegria. E qualquer que seja o resultado, jamais deixe de ser um marco de grandeza e realização. Para vencedores e perdedores. Porque as grandes batalhas acabam eternizando todas as frentes de combate.
Espera-se que o nosso torcedor seja, antes de tudo, o motivo mais positivo para o brilho da festa. Colaborando, contribuindo, trabalhando em mutirão para que o grande evento tenha todos os contornos de merecida conquista.
Porque não há donos exclusivos, a Arena Fonte Nova é um patrimônio de todos nós.
