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QUATRO VAGAS PARA CINCO

Os resultados do domingo serviram para resgatar a liderança do Bahia, distanciar o Colo-Colo da disputa de uma das cinco vagas e praticamente decretar o rebaixamento do Poções, que perdeu mais uma, embora o Juazeiro continue fazendo tudo também para merecer o último lugar. Bahia 33, Vitória da Conquista 31, Vitória da capital 28, Atlético 27, são os mais concretos pretendentes à fase decisiva, mas entendo que os dois primeiros, pela campanha bem mais regular que cumprem, estejam precisando de duas ou três vitórias nos sete jogos que lhes restam.  O Ipitanga, com 25 pontos, tem boas chances, mas vai ser preciso ganhar também alguns pontos fora de seus domínios.
 A última rodada deixou a impressão de um Bahia desnorteado contra o Vitória da Conquista, mas que encontrou, em dois lances de falta, a saída para o seu triunfo por 2x1. E para se chegar ao título também se contam as más apresentações com triunfos em cima da hora. O time do Sudoeste, que estranhamente jogou com uniforme alvirrubro (não é o alviverde do Sertão?), até que teve uma maior posse de bola, mas foi incompetente nos chutes a gol.
 O Vitória ganhou, mas voltou a dar branco. Metia 3x0 no Camaçari e, cinco minutos para o jogo acabar, levou dois gols com frangaço do goleiro França; o Atlético voltou a fazer bem o dever de casa, surrando o combalido Juazeiro, por 2x0; o Colo-Colo, que vinha tão bem há várias rodadas, perdeu a segunda seguida, agora em casa, por 1x0 para o intermediário Feirense; o Ipitanga negou fogo e empatou em seus domínios, com o Fluminense, por 2x2 e, o que já era esperado, o fracassado Poções levou 3x0 do Itabuna, abrindo a rodada, no sábado.
 Insisto, diante de tudo que voltou a ser mostrado, que tanto Bahia quanto Vitória ainda estão muito distantes de merecer confiança nas disputas nacionais da Copa do Brasil, do Brasileiro da B e da A que são os nossos representantes nesta temporada. Precisam melhorar e muito.