Bahia: Relatório da auditoria indica pagamento de luvas e serviço não realizado
Escolhida para realizar auditoria nas contas do Esporte Clube Bahia, a Performance divulgou mais um relatório oficial envolvendo a gestão do ex-presidente Marcelo Guimarães Filho. Desta vez, o período está relacionado à última semana do antigo gestor à frente do tricolor.
O novo documento indica que o Esporte Clube Bahia, através da figura do presidente Marcelo Guimarães Filho, realizou o pagamento de luvas para contratação de dois jogadores que, atualmente, estão afastados do elenco principal: Potita e Ângulo.
Segundo o relatório da auditoria, que não encontrou documento fiscal sobre o pagamento, o empresário do atleta, Anderson Nassrala, recebeu uma quantia de R$ 46 mil, enquanto Jeferson Fernandes Rocha, responsável por intermediar a vinda do lateral Ângulo, recebeu R$ 36 mil.A Performance ainda expõe, através de números, a relação do clube com a empresa Rogério Novaes Santiago ME.
O novo documento indica que o Esporte Clube Bahia, através da figura do presidente Marcelo Guimarães Filho, realizou o pagamento de luvas para contratação de dois jogadores que, atualmente, estão afastados do elenco principal: Potita e Ângulo.
Segundo o relatório da auditoria, que não encontrou documento fiscal sobre o pagamento, o empresário do atleta, Anderson Nassrala, recebeu uma quantia de R$ 46 mil, enquanto Jeferson Fernandes Rocha, responsável por intermediar a vinda do lateral Ângulo, recebeu R$ 36 mil.A Performance ainda expõe, através de números, a relação do clube com a empresa Rogério Novaes Santiago ME.
O documento divulgado pela auditoria indica que o Bahia pagou R$ 335 mil pelo contratado firmado. O objetivo do serviço envolveria a terraplanagem e drenagem, sem local definido.Porém, de acordo com o novo relatório, o gerente operacional do Fazendão Claus Dieter nega que esta empresa tenha desenvolvido qualquer serviços nos quatro gramados do Centro de Treinamentos
.Além disso, com base no decreto da Prefeitura Municipal de Salvador, que obriga a emissão de notas fiscais eletrônicas, o documento fiscal que comprova o pagamento da agremiação é considerado irregular por ter sido feito manualmente.
Clique aqui e veja o documento na íntegra.
.Além disso, com base no decreto da Prefeitura Municipal de Salvador, que obriga a emissão de notas fiscais eletrônicas, o documento fiscal que comprova o pagamento da agremiação é considerado irregular por ter sido feito manualmente.
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