Cristóvão admite que saiu do Bahia por causa da demissão de Anderson Barros
Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
Dias antes da partida contra o Fluminense, pela última rodada do Campeonato Brasileiro da Série A, o treinador Cristóvão Borges confirmou que participaria de mais uma rodada de negociações com a diretoria do Bahia para selar ou não a renovação contratual. Assinatura, essa, que não aconteceu.
O comandante, naquela ocasião, não revelou os motivos que o separavam da permanência. Agora, fora do tricolor baiano, Cristóvão Borges admite que a saída está diretamente ligada a demissão do gestor de futebol Anderson Barros.
Segundo ele, a saída do dirigente foi o único motivo de divergência entre clube e treinador.
"Queria ficar, e eles tinham muito interesse que eu ficasse. Mas, para mim, era muito importante a permanência do Anderson Barros. Cheguei praticamente junto com ele. O que nós vivemos durante esse tempo, ele viveu junto, trabalhou bem, foi parceiro, foi muito importante. Foi muito difícil fazer isso. Então, para mim, era muito importante a continuidade dele", disse em entrevista especial ao Globoesporte.com.
Cristóvão tinha contrato até o fim da temporada de 2014, mas garantiu que não cobrará multa rescisória pelo término do vínculo. Foi uma decisão feita de forma satisfatória para os dois lados. "Foi de comum acordo. Respeitosamente. Continuamos com uma relação muito boa. Temos uma relação bacana, bonita, de muito respeito. Isso é legal.”
Agora, sem clube, Cristóvão diz que não recebeu propostas oficiais ate então. Porém, o treinador disse estar à disposição para trabalhar já no inicio do próximo ano, a depender da proposta.
"Vou aproveitar esse tempo que tiver... Adoro praia. Espero que aconteçam boas propostas para que eu não fique parado e comece a trabalhar já no começo da temporada", concluiu.
