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Talisca sobre o Cruzeiro: 'Para nós será uma guerra'

Por Felipe Santana

Talisca sobre o Cruzeiro: 'Para nós será uma guerra'
Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
Muitas vezes neste Campeonato Brasileiro da Série A, quando utilizado por Cristóvão Borges, o meia Anderson Talisca atuou como terceiro atacante, aberto na ponta, no lugar por exemplo de William Barbio ou Wallyson.
 
O que não aconteceu na última rodada, contra Portuguesa. Para surpresa de muitos, pela primeira vez na competição, Cristóvão o escalou como titular em um posicionamento diferente. De frente para o ataque, mais recuado, como responsável pela criação. Missão de fazer a bola correr, evitando o chutão da defesa para o ataque. E é assim que o jovem meia, de 19 anos, gosta de atuar.

“Gosto de vir de trás e ser o primeiro jogador à frente dos volantes. Me sinto bem ali. Minha intenção sempre é evitar o chutão dos zagueiros para Fernandão”, afirmou em entrevista ao Correio.

Anderson Talisca reconhece que o Bahia encontrará dificuldades para vencer o Cruzeiro, no próximo domingo (1º), no Mineirão. Entretanto, diante da tradição tricolor, vê o clube preparado para surpreender e mais uma vez conquistar pontos fora de casa.

O meia, inclusive, faz questão de destacar a diferença de objetivos entre as equipes na reta final: comemoração e fuga do rebaixamento.

“O Bahia não é qualquer um. Já ganhamos de grandes times nesse campeonato. Se para eles é o jogo da festa, para nós é uma guerra. É como se fosse final de Copa do Mundo.”