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No triunfo sobre o Goiás, Cristóvão atribui alteração à falta de compactação do time

Por Felipe Santana

No triunfo sobre o Goiás, Cristóvão atribui alteração à falta de compactação do time
Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
O Bahia entrou em campo contra o Goiás, neste domingo (28), com uma formação diferente do que havia utilizado nas últimas quatro rodadas. Nada de retranca. Apenas dois volantes e uma equipe considerada ofensiva. A torcida não só aprovou como elogiou a decisão do técnico Cristóvão Borges.

Porém, apesar do resultado positivo na primeira etapa, que seria mantido até o apito final, o comandante tricolor desfez o esquema tático no intervalo. Tirou o meia Anderson Talisca e colocou o volante Rafael Miranda.

Cristóvão Borges, ao analisar o time no triunfo sobre a equipe goiana, explicou a decisão.

- Foi a primeira vez que jogamos com esses jogadores, uma equipe mais ofensiva. O que dificultou bastante foi que o Walter jogou muito avançado e nossa defesa ficou mais distante. Não conseguimos compactar. O espaço para Hélder e Feijão marcarem ficou muito grande e não conseguimos acertar a marcação – explicou.

No entanto, mesmo com a substituição, Cristóvão Borges ressaltou a importância do Bahia conseguir atuar em duas formações distintas em apenas um jogo e vencer.

- No Campeonato Brasileiro todo mundo se conhece, então é necessário que se tenha alternativa de sistemas de jogo e posicionamento. Por isso, tenho alternativas para que não fiquemos previsíveis – finalizou