Joel, mais uma vez, reclama do time: 'Falta personalidade'
Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
Nos primeiros quarenta e cinco minutos só deu Vitória. Foram dois gols, chances desperdiçadas e maior posse de bola. O treinador Joel Santana na entrevista coletiva depois do jogo, na tarde deste domingo (28), na Arena Fonte Nova, admite que não reconheceu a postura do time na etapa inicial.
Joel criticou o time no primeiro tempo e espera mais rápido possível ver uma nova postura dentro das quatro linhas.
- Vocês viram o que eu vi. Primeiro tempo jogamos uma partida horrorosa. Jogamos mal e merecemos perder. No segundo tempo eu procurei manter, melhoramos um pouco, mas voltamos a não jogar bem, mas conseguimos criar alguma coisa para dificultar o adversário, que sabe que nós vamos melhorar. Eu fiquei abismado pelo primeiro tempo que vi – disse.
No segundo, com um novo posicionamento dos volantes, o Bahia apresentou uma pequena evolução. Joel explicou. Colocou o volante Toró para marcar individualmente o argentino Maxi Biancucchi, mas não gostou da personalidade do time.
- O desafio era marcar o Biancuchhi, que Fahel não estava conseguindo pela rapidez. Coloquei o jogador do mesmo top para marcar ele. Diminui o poder de ataque deles e, automaticamente, nós iriamos melhorar. Mas faltou personalidade. Nosso time está faltando personalidade para jogar com o adversário – fechou.
Joel criticou o time no primeiro tempo e espera mais rápido possível ver uma nova postura dentro das quatro linhas.
- Vocês viram o que eu vi. Primeiro tempo jogamos uma partida horrorosa. Jogamos mal e merecemos perder. No segundo tempo eu procurei manter, melhoramos um pouco, mas voltamos a não jogar bem, mas conseguimos criar alguma coisa para dificultar o adversário, que sabe que nós vamos melhorar. Eu fiquei abismado pelo primeiro tempo que vi – disse.
No segundo, com um novo posicionamento dos volantes, o Bahia apresentou uma pequena evolução. Joel explicou. Colocou o volante Toró para marcar individualmente o argentino Maxi Biancucchi, mas não gostou da personalidade do time.
- O desafio era marcar o Biancuchhi, que Fahel não estava conseguindo pela rapidez. Coloquei o jogador do mesmo top para marcar ele. Diminui o poder de ataque deles e, automaticamente, nós iriamos melhorar. Mas faltou personalidade. Nosso time está faltando personalidade para jogar com o adversário – fechou.
