Torcedores do Bahia que moram em Brasília torcem para que time mande jogos na cidade
Embaixada Tricolor Bahêa de Brasília | Foto: Divulgação
Enquanto os dirigentes do Bahia se dizem dispostos a fazer o possível para que o time jogue suas 19 partidas como mandante em Salvador, há tricolores que enxergam aspectos positivos com a transferência de dois embates para Brasília, Cuiabá ou Manaus, que segundo o diário Lance, a CBF pode impor a partir de 2013.
- Eu sou suspeito para falar, seria uma maravilha para nossa torcida e não podemos nos deslocar constantemente, nem sempre tem promoção de passagem – conta o servidor público Carlos Avena, de 47 anos, que apesar de morar em Brasília, acompanha o Bahia sempre quando o clube joga no Centro-Oeste.
O pensamento é o mesmo do gestor de tecnologia da informação (ti) Diego Farias, 27 anos.
- Seria perfeito. Quando vou a Salvador sempre vou aos jogos, e seria maravilhoso assistir na cidade em que estou morando – torce.
O presidente do Bahia, Marcelo Guimarães Filho, e o gestor de futebol, Paulo Angioni, não aprovaram a ideia, mas o advogado baiano Ricardo Coelho, 33 anos de idade e 20 anos morando em Brasília, acredita que o clube poderia ganhar uma dimensão maior se passar a sair mais de Salvador.
- Eu sou suspeito para falar, seria uma maravilha para nossa torcida e não podemos nos deslocar constantemente, nem sempre tem promoção de passagem – conta o servidor público Carlos Avena, de 47 anos, que apesar de morar em Brasília, acompanha o Bahia sempre quando o clube joga no Centro-Oeste.
O pensamento é o mesmo do gestor de tecnologia da informação (ti) Diego Farias, 27 anos.
- Seria perfeito. Quando vou a Salvador sempre vou aos jogos, e seria maravilhoso assistir na cidade em que estou morando – torce.
O presidente do Bahia, Marcelo Guimarães Filho, e o gestor de futebol, Paulo Angioni, não aprovaram a ideia, mas o advogado baiano Ricardo Coelho, 33 anos de idade e 20 anos morando em Brasília, acredita que o clube poderia ganhar uma dimensão maior se passar a sair mais de Salvador.
- O Bahia não pode se limitar só ao estado da Bahia, pois tem seguidores em todo o Brasil e no mundo, é preciso levar o time para os seus torcedores espalhados por aí. É preciso um marketing para o time tomar uma dimensão nacional e internacional – reflete Ricardo, que disse ter sido difícil os tempos em que não conhecia outros torcedores do Bahia em Brasília.
- Quando eu era adolescente, na escola não tinha um Bahia, tinham colegas meus que nem conheciam o Bahia, então corri o risco de mudar de time. E só passava jogo do Bahia quando jogava contra time carioca, não havia internet. O pessoal aqui torce mais pelos times cariocas – relembra.
No entanto, se a norma da CBF vingar, não se sabe quem determinará os mandos de campo em outras cidades.
- Se a CBF determinar e o Bahia puder optar pelas cidades em que vai jogar [Cuiabá, Manaus e Brasília], deveria vir para cá [Brasília]. O pessoal comparece mesmo. Mas claro, se for contra o Flamengo, também não faltarão flamenguistas – pondera Ricardo.
No domingo da semana passada (2), dois ônibus fretados de tricolores de Brasília foram a Goiânia para acompanhar a partida que valeu a permanência do clube na Série A do ano que vem, contra o Atlético Goianiense. Nos dias de jogo fora do Centro-Oeste, a torcida do Bahia se reúne no Acarajé da Rosa, na Asa Norte. O grupo de tricolores na capital federal já tem até um nome oficial: Embaixada Tricolor Bahêa de Brasília. Na cidade que abriga as embaixadas dos países que o Brasil têm relação diplomática, a torcida do Bahia garante que a da “turma tricolor” nação nenhuma “vence em vibração”.
