Fahel brinca sobre fama de artilheiro: "Tomara que não pare"
Foto: Jayme Brandão / Bahia
Quem pensa que o papel do volante em campo seja apenas se dedicar a marcar e desarmar o adversário se engana. No Bahia, o “cão de guarda” Fahel faz questão de quebrar a escrita. Com três gols, todos de cabeça, o camisa 7 fica atrás na lista dos artilheiros somente dos atacantes Souza, Júnior e Lulinha.
“Tomara que não pare. Eu sou um jogador que procuro ajudar o time da melhor maneira possível. Não tenho vaidade alguma. Se for para me anular em campo e o Bahia vencer, eu faria isso com maior prazer. Mas é muito bom fazer gols e saber que causamos preocupação para os adversários”, brincou.
Porém, apesar do bom momento na equipe, o volante Fahel pode ficar de fora do restante do Brasileirão. Nesta quarta-feira (9), no Rio de Janeiro, o jogador será julgado sob acusação de ter agredido o atacante Eder Luis, do Vasco, no jogo entre as duas equipes dia 23 de outubro, em Pituaçu.
Fahel, por sua vez, se defende da acusação feita pela Procuradoria do STJD. “Se foi o lance do Eder Luis, que é meu amigo, eu estava olhando para bola no lance e minha mão pegou no nariz dele”, explicou.
