'Esse pontinho fará diferença no final', comemora Joel
Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
Nada satisfeito com atuação do árbitro Francisco Alves, de Alagoas, o treinador Joel Santana destacou à dedicação dos jogadores, que mesmo com 10 atletas em campo desde o primeiro tempo, conseguiram arrancar um empate diante do Botafogo, neste sábado (8), em São Januário.
"Foi um jogo sofrido. O Botafogo é uma equipe muito boa, rápida, mas nós soubemos suportar muito bem a pressão durante o jogo. Esse pontinho aqui está de bom tamanho. Vocês (imprensa) viram a nossa luta e com certeza esse pontinho fará diferença no final do campeonato", destacou.
Da mesma forma que o volante Fahel, o técnico do tricolor acredita que a expulsão de Hélder, no primeiro tempo, foi injusta. Para ele, o lance não houve maldade e foi uma dividida normal entre os dois jogadores.
"Desde que cheguei ao Bahia estou vendo algumas coisas estranhas. É fácil ver isso. Pega os jogos do Bahia, assiste e leva lá para eles (CBF) olharem direito. Pênalti fora, eles (árbitros) marcam dentro. Contra o Atlético-MG ninguém viu nada no lance. Ninguém quer ajuda. Só quero que as coisas sejam feitas da maneira correta. Foi uma disputa de bola normal. Ele já estava dando cartão para gente de graça desde o primeiro tempo", criticou.
Sobre as modificações realizadas no time durante o jogo, Joel explicou. "Se eu coloco o Marcone eles sairiam ainda mais para o jogo. Os laterais deles agrediram o tempo todo e o Jones não acompanhava mais. O Maranhão, que não ficou de cena, também sentiu e não dava para continuar. O Souza eu segurei até quando ele falou que não aguentava mais. Todos os jogadores estão de parabéns pela luta até o final", comentou.
"Foi um jogo sofrido. O Botafogo é uma equipe muito boa, rápida, mas nós soubemos suportar muito bem a pressão durante o jogo. Esse pontinho aqui está de bom tamanho. Vocês (imprensa) viram a nossa luta e com certeza esse pontinho fará diferença no final do campeonato", destacou.
Da mesma forma que o volante Fahel, o técnico do tricolor acredita que a expulsão de Hélder, no primeiro tempo, foi injusta. Para ele, o lance não houve maldade e foi uma dividida normal entre os dois jogadores.
"Desde que cheguei ao Bahia estou vendo algumas coisas estranhas. É fácil ver isso. Pega os jogos do Bahia, assiste e leva lá para eles (CBF) olharem direito. Pênalti fora, eles (árbitros) marcam dentro. Contra o Atlético-MG ninguém viu nada no lance. Ninguém quer ajuda. Só quero que as coisas sejam feitas da maneira correta. Foi uma disputa de bola normal. Ele já estava dando cartão para gente de graça desde o primeiro tempo", criticou.
Sobre as modificações realizadas no time durante o jogo, Joel explicou. "Se eu coloco o Marcone eles sairiam ainda mais para o jogo. Os laterais deles agrediram o tempo todo e o Jones não acompanhava mais. O Maranhão, que não ficou de cena, também sentiu e não dava para continuar. O Souza eu segurei até quando ele falou que não aguentava mais. Todos os jogadores estão de parabéns pela luta até o final", comentou.
