Fahel decide apoiar mistério sobre a escalação: 'Eu não gosto de falar de tática'
Foto: Jayme Brandão / Bahia
Ex-jogador do Botafogo, o volante Fahel, que se diz fã do treinador Joel Santana, garante que não tem motivos para tirar o pé, como se diz na gíria do futebol, contra o ex-clube, neste sábado (8), em São Januário. Muito feliz no tricolor, como ele mesmo faz questão de enfatizar, o camisa 7 afirma que o alvinegro carioca já faz parte do passado.
"Fui campeão jogando lá, fui um cara muito feliz, mas o que eu passei com a torcida do Botafogo já são águas passadas. Hoje, eu estou muito feliz de jogar pelo Bahia. Esto defendendo as cores do Bahia, sou respeitado aqui e gosto de estar neste clube", disse.
No Fazendão, todos os jogadores costumam falar abertamente sobre variados assuntos durante as semansa que antecedem as partidas. Porém, quando se trata da escalação ou esquema tático, os atletas fogem do assunto e deixam à "bronca" para Joel Santana.
"Eu, particularmente, não gosto de falar de tática. É uma forma do Joel trabalhar e o que você puder esconder do adversário vai dificultar para eles. Ele procurou trabalhar três esquemas táticos, mas independente do esquema os jogadores estarão empenhados. Quando o jogador está empenhado a probalidade de fazer um bom jogo é de 90%", despistou sobre quem serão os titulares.
Se os segredos do tricolor estão sendo mantidos a sete chaves por todos dentro do clube não se pode dizer o mesmo dos pontos fortes do Botafogo. Para Fahel, a principal arma do time carioca está nos pés dos laterais, principalmente de Cortês. "Eles têm dois jogadores que são muito fortes, são os dois laterais. Nós temos que saber marcar os dois logo já na fonte. Pegar os laterais na saída de bola. São jogadores rápidos e que se você deixar chegar com a bola dominada pode complicar lá atrás", entregou.
"Fui campeão jogando lá, fui um cara muito feliz, mas o que eu passei com a torcida do Botafogo já são águas passadas. Hoje, eu estou muito feliz de jogar pelo Bahia. Esto defendendo as cores do Bahia, sou respeitado aqui e gosto de estar neste clube", disse.
No Fazendão, todos os jogadores costumam falar abertamente sobre variados assuntos durante as semansa que antecedem as partidas. Porém, quando se trata da escalação ou esquema tático, os atletas fogem do assunto e deixam à "bronca" para Joel Santana.
"Eu, particularmente, não gosto de falar de tática. É uma forma do Joel trabalhar e o que você puder esconder do adversário vai dificultar para eles. Ele procurou trabalhar três esquemas táticos, mas independente do esquema os jogadores estarão empenhados. Quando o jogador está empenhado a probalidade de fazer um bom jogo é de 90%", despistou sobre quem serão os titulares.
Se os segredos do tricolor estão sendo mantidos a sete chaves por todos dentro do clube não se pode dizer o mesmo dos pontos fortes do Botafogo. Para Fahel, a principal arma do time carioca está nos pés dos laterais, principalmente de Cortês. "Eles têm dois jogadores que são muito fortes, são os dois laterais. Nós temos que saber marcar os dois logo já na fonte. Pegar os laterais na saída de bola. São jogadores rápidos e que se você deixar chegar com a bola dominada pode complicar lá atrás", entregou.
