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Benazzi fala sobre o Ipitanga

Foto: Francisco Galvão/Bahia Notícias

 

A lanterna do Grupo 2, aliada a pior defesa da competição, poderiam indicar um triunfo fácil para o Bahia em cima do Ipitanga, nesta quarta-feira (2), às 20h30, em Pituaçu. No entanto, ligado na imprevisibilidade do futebol, o treinador Vágner Benazzi se cercou de todos os cuidados para não correr riscos de ser surpreendido na decisão. “Deste ontem (segunda-feira 28) estamos trabalhando o time (Ipitanga). Têm dois atacantes bons, um lateral bom, que apóia com qualidade, e uma equipe arrumada. Tem garra, determinação e algumas jogadas que são determinantes para chegar ao gol. Temos de ter muito cuidado e foco o tempo todo”, indicou o comandante.

 

Questionado sobre a situação do Bahia, que, faltando apenas três rodadas para o final da primeira fase, depende de uma combinação de resultados para se classificar, Benazzi tirou o corpo fora. “Não foi comigo nem com outros profissionais que chegaram agora que isso aconteceu. Temos de honrar a camisa, como não estava acontecendo antes, mas aconteceram nesses últimos três, quatro jogos”, valorizou, contando as partidas depois de sua chegada ao Fazendão.

 

Outra pergunta levantada pela situação tricolor na tabela é o fato de “depender” do Vitória. Para Vágner, não existe a possibilidade de ter entrega, principalmente pela presença de uma “referência”. “O Antônio Lopes é um comandante, um cara que conhece tudo, tem muita honra e respeito. É uma referência na profissão e, as pessoas que falam esse tipo de situação hoje, talvez, quando ele parar, vão lembrar o quanto ele era bom e importante para a ética no futebol”, elogiou.

 

Em tempo, apesar da “ajuda” do rubro-negro vir a calhar, caso vença os três jogos restantes, o Bahia vai precisar apenas de um resultado favorável em nove partidas dos concorrentes – três de cada. O Vitória enfrentará Conquista e Colo Colo, no interior. O outro rival na disputa por uma vaga na segunda fase é o Atlético de Alagoinhas.