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Chiquinho focado na parte tática

Foto: Éder Ferrari/Bahia Notícias

 

Sem ter os jogadores que enfrentaram o Vitória a disposição - fizeram o obrigatório treinamento regenerativo -, o auxiliar técnico Chiquinho de Assis comandou uma atividade técnica na tarde desta segunda-feira (7), no Fazendão. Contudo, sabendo que o novo treinador está próximo de chegar, o interino tem consciência de que precisa facilitar a vida do futuro chefe. “Enquanto estiver a frente vou fixar apenas no trabalho técnico e tático. . O time está se desarmando quando sofre um gol. São muitos jogadores contratados, desentrosados. Tivemos de reformular quase toda a equipe, então isso demanda algum tempo. Não é de uma hora para a outra, às vezes da certo, mas não foi o caso. Por isso preciso ir adiantado esse lado”, avisou.
 


No tricolor desde o ano passado, Assis conhece bem o grupo e acredita que ainda ele ainda tem muita lenha para queimar. “Quem tem melhor elenco que a gente? Ninguém! Estamos como a pior equipe na tabela, mas não somos, muito pelo contrário. O Baiano é o ideal para experimentar, para ver o que precisamos e onde são nossas carências, mas complicou e culminou com a saída do Rogério e, por isso temos de reagir e mudar. Só espero que os jogadores não levem nenhuma seqüela desse jogo contra o Vitória para a partida contra o Camaçari, até mesmo por que daqui a pouco tem outro (Ba-Vi)”, afirmou.
 


Questionado se fará muitas mudanças, Chiquinho foi cauteloso. “No geral, nós estamos muito mal, porém, qualquer mudança radical nesse momento, pode trazer insatisfação, atribuir culpa para esse ou aquele sem necessidade. Mas, a situação está ai e é claro que é preciso mudar. Temos de mudar a postura e a forma de jogar. Não pode ser tão fácil fazer gol no Bahia”, bradou. Chiquinho aproveitou para cornetar a qualidade do futebol apresentado  no clássico. “O nível técnico foi muito baixo. Nenhum dos dois times conseguiu trocar cinco passes seguidos e quero mudar isso em minha equipe. Precisamos manter a posse de bola e ter mais objetividade”, indicou.