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Segurança falha, mas fica, quase tudo, na festa

Foto: Éder Ferrari/Bahia Notícias

Goleiro Renê foi cercado pelos torcedores

 

Os cerca de 300 torcedores do Bahia, que compareceram para recepcionar a delegação vinda de Belo Horizonte, estavam tão ansiosos para abraçar os jogadores, que romperam o cordão de isolamento feito pela polícia e a segurança do aeroporto Internacional Luis Eduardo Magalhães. No momento em que os atletas apontaram na escada rolante da sala de desembarque, os tricolores invadiram e correram em direção aos seus ídolos. No tumulto, sobrou para Rodrigo Grahl, que "perdeu" a mochila com seu notebook. O atacante promete uma recompensa para quem achar o computador, e levar ao Fazendão. Cantos, abraços, fotos, choro, aplausos e tudo que a emoção do momento tinha direito. O único lamento foi à ausência do atacante Jael. Sem saber que o “Cruel” havia ficado na capital mineira para aproveitar o dia de folga com a família, os torcedores não paravam de cantar as músicas em homenagem ao autor do gol contra o América-MG. No entanto, a falta não diminuiu a festa. Enquanto jogadores como Ávine e Rodrigo Grahl ficaram acuados na escada rolante, Nen, Ananias e Vágner foram carregados até o ônibus. Outros, como Fernando, Renê e Adriano, passaram no meio da galera e acabaram cercados e felicitados. “Que loucura cara. Que torcida é essa?”, exaltava, encantado, o goleiro Renê. Depois do “sufoco” no aeroporto, o elenco recebeu folga e se reapresenta nesta quinta-feira (11), pela tarde.