Ausência de quem manda é sentida no Fazendão
Foto: Éder Ferrari/Bahia Notícias

Ausência de Paulo Angioni tem sido sentida no Fazendão
O problema da demora no afastamento do volante Thiago Carpini – que era para ter sido desligado após a partida contra o CSA, mas não tinha quem desse a ordem – levantou um questionamento no Fazendão: o sumiço dos “chefes”. Os jogadores que mais atuaram durante a temporada, receberam uma generosa folga de 12 dias e parece terem levado com eles quem resolve os problemas no departamento de futebol. O primeiro é o presidente Marcelo Guimarães Filho, dividindo os dias entre Brasília e cidades do interior baiano em campanha para tentar se reeleger Deputado Federal. O segundo foi o gestor Paulo Angioni, que está no Rio de Janeiro há mais de uma semana com o argumento de estar em busca de reforços. Até agora ninguém chegou, com exceção de jogadores desconhecidos para realizar testes.
O treinador Renato Gaúcho também está na Cidade Maravilhosa e só volta no dia 16. De acordo com pessoas da diretoria, a ausência do gestor tem sido sentida e, caso estivesse em Salvador, alguns processos seriam resolvidos com maior velocidade. Angioni deixou André Araújo, mas o assessor parece não ter autonomia para dar ordens. Além dos comandantes, o meia Morais também viajou. O jogador, assim que foi liberado pelo departamento médico, pediu autorização para ir a sua cidade natal visitar os familiares, quando o planejamento era que iniciasse os trabalhos físicos. Foi na quarta-feira (9) e tem volta prevista para segunda-feira (14). Inicialmente, a intenção era que o jogador pudesse reforçar a equipe do Nordestão no Ba-Vi de quarta (16), o que, agora, se tornou inviável.