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Auxiliar de Ceni, Charles Hembert admite dificuldades e cobra mais eficiência ofensiva: “Precisamos ser mais letais”

Por Sara Santos

Auxiliar de Ceni, Charles Hembert admite dificuldades e cobra mais eficiência ofensiva: “Precisamos ser mais letais”
Foto: Reprodução/TV Bahêa

Substituindo o técnico Rogério Ceni, suspenso pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), o auxiliar Charles Hembert comandou o Bahia à beira do campo no empate por 2 a 2 com o Santos, neste sábado (25), na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. Após sair atrás por dois gols, o Tricolor reagiu na segunda etapa e buscou o empate, resultado valorizado pelo interino na coletiva.

 

Charles classificou o duelo como complicado pela estratégia adotada pelo adversário e destacou a postura do time para reagir depois de um primeiro tempo de dificuldades.

 

“O adversário veio marcar mano a mano de maneira extremamente forte e isso traz dificuldade para qualquer equipe. Começamos bem, criamos boas situações nos primeiros minutos, mas depois espaçamos nossas linhas, sofremos os pênaltis e nos complicamos. Então tem que valorizar muito a reação no segundo tempo, essa força para buscar o empate e seguir dentro do G-5”, avaliou.

 

Ao comentar a escolha por Gabriel Xavier na defesa, questionada após dificuldades na saída de bola, o auxiliar justificou a opção por questões físicas.

 

“O Gabriel nos oferece uma bola aérea muito importante e vinha com sequência maior de jogos. O Kanu está voltando de lesão e entendíamos que, pelo perfil do Santos, essa era a melhor escolha. No intervalo, ajustamos com a entrada de Nico para melhorar a saída de bola e ter mais posse para buscar o empate”, explicou.

 

Questionado sobre a falta de presença ofensiva do Bahia na área, Charles reconheceu a crítica e afirmou que o tema tem sido trabalhado internamente. Segundo ele, o gol de Willian José expôs justamente uma demanda do time por mais peso ofensivo.

 

“Essa é uma questão pertinente. Precisamos ter mais peso de área. É algo que vem sendo trabalhado. O Willian tem características de flutuar, de ajudar a construir e abrir espaços, mas sabemos que precisamos aumentar essa presença dentro da área. Tanto que fomos com dois centroavantes justamente pensando nisso”, disse. Anteriormente, em entrevistas passadas, o próprio técnico Rogério Ceni já falou sobre as dificuldades do Tricolor em "encontrar o gol".

 

O auxiliar também admitiu problemas na transição defensiva, sobretudo após momentos de frustração por chances desperdiçadas no início da partida.

 

“Quando a gente não transforma os bons momentos em gol, acaba se expondo mais na tentativa de fazer a mais. Isso aconteceu hoje. Abrimos linhas, cedemos contra-ataques e isso custou caro no primeiro tempo. A gente tem criado, mas precisa empurrar essas oportunidades para dentro do gol. No futebol você não domina 90 minutos e, quando não mata o jogo nos seus momentos altos, depois fica mais difícil administrar. Temos que ser mais letais”, analisou.

 

Com o empate, o Bahia volta atenções para o duelo contra o São Paulo, no próximo domingo (3), às 16h, no Morumbis, pela 14ª rodada do Brasileirão.