Renato reclama dos comandados e policiais
Na entrevista coletiva após o empate contra o Bahia de Feira, o treinador tricolor, Renato Gaúcho, voltou a criticar a falta de sangue frio dos seus comandados no momento de matar a partida, já que, de acordo com o técnico, oportunidades não faltaram. “Eu venho falando isso pra eles sempre. Hoje, por pouco, não colocamos tudo a perder por esse relaxamento na hora ampliar o marcador. Na final, isso não pode se repetir”, avisou.
Sobre a confusão no intervalo com os policiais que faziam a guarda do trio de arbitragem, Renato procurou separar as coisas, mas não deixou de protestar. “Quero deixar bem claro que a corporação Polícia Militar não tem nada a ver com isso. Agora, esses dois brutamontes, despreparados, que estavam aqui hoje, têm que ser punidos por que não havia motivo nenhum pra toda aquela violência”, cobrou. Presente no momento da confusão, o radialista Dito Lopes, narrou o que viu. “Foi uma covardia de dois policiais imensos, que chegaram dando cacetadas no Nen, no Renato Gaúcho e no João Marcelo, que estava lá só para separar, sem motivo. O Nen, na divisão dos vestiários, apenas falou ‘professor, tá dando cartão bobo’, nada demais, e recebeu a porrada. Lamentável”, finalizou. Professor, na linguagem boleira, é como os jogadores se dirigem aos árbitros. O Bahia reclama dos cartões amarelos dados a Ananias e Bruno Silva, que estavam pendurados.