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Guto exalta reação do Bahia e explica entrada de Jonas: 'Precisava de enfrentamento'
Foto: Enaldo Pinto / Ag Haack / Bahia Notícias

Após o empate de 1 a 1 entre Bahia e Ceará na noite desta quarta-feira (27), o técnico Guto Ferreira, do Tricolor, valorizou o ponto conquistado no jogo atrasado da 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. Na sua análise, o comandante ressaltou o poder de reação da equipe ao ter buscado o empate logo após ter sofrido o primeiro gol.

 

"A gente tem que analisar que pegamos uma equipe que compete muito, que tem a transição ofensiva como principal característica e foi num lance desse que eles fizeram o gol. Tiveram duas situações: a primeira foi os jogadores levantando a cabeça e a segunda veio da arquibancada, com a reação do nosso torcedor. Jogando com a equipe e essa energia foi responsável também para empatar logo e na sequência quase virar. Agradecer ao torcedor que esteve na Arena. Infelizmente não conseguimos os três pontos, mas conseguimos um ponto que vai fazer a diferença", disse.

 

Para a partida, o "Gordiola" mudou a estrutura do Tricolor. Sem Mugni, lesionado, a opção foi por colocar Jonas no meio-campo em vez de Rodallega no ataque, como foi no jogo contra a Chapecoense. O treinador citou a força do meio adversário e destacou a necessidade de um poder de combate.

 

"Primeiro que o Ceará não joga com três zagueiros. Segundo que o meio-campo do Ceará é forte. Deixando só Patrick e Daniel, ficaria um meio-campo muito leve para o contato. Precisava de mais enfrentamento e deu certo. Jonas fez um primeiro tempo muito positivo, só que o ritmo do Jonas... Tenho que agradecer o profissionalismo dele, que chegou no intervalo e falou: 'professor, deu para mim'. Ele fez o melhor dele. Muitas vezes o cara quer ficar e acaba se machucando ou não oferece. Além de ir bem, foi altamente profissional", explicou.

 

Questionado sobre um "vacilo" do Tricolor no jogo, Guto minimizou o termo e destacou a qualidade do adversário.

 

"O jogo é jogado. Sempre que existirem os gols, vão usar o termo 'vacilo'. O adversário foi competente na jogada, assim como fomos no nosso gol. Tivemos próximos de fazer que o mérito foi do goleiro. São circunstâncias. Não dá para levar para o negativo, prefiro levar para as situações positivas", disse.

 

Além da tensão, a partida foi marcada pelo antijogo do Ceará, que retardou o rolar da bola em diversos momentos. Nas entrelinhas, o treinador do Bahia criticou a condução do árbitro Antônio Dib Moraes de Sousa.

 

"Atrapalha sempre para quem busca o resultado. Mas isso, infelizmente, faz parte da cultura. Quem tem que controlar às vezes não controla a altura. Isso sempre vai atrapalhar o jogo, mas é o tipo da coisa: eles usaram hoje, amanhã pode ser nós. Cada um usa as cartas que tem na mão para o jogo", pontuou.

 

O Tricolor tem 32 pontos e ocupa a 15ª posição da competição nacional. A equipe volta a jogar no próximo sábado (30) contra o Juventude em Caxias do Sul.

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