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Diante da 'pedra no sapato' Ceará, meia do Bahia fala em esquecer histórico recente

Por Ulisses Gama

Diante da 'pedra no sapato' Ceará, meia do Bahia fala em esquecer histórico recente
Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / EC Bahia

O torcedor do Bahia deve ter náuseas ao pensar no Ceará. Em 2020, o Vozão se tornou uma verdadeira pedra no sapato do Tricolor. Foi assim nas finais da Copa do Nordeste e no primeiro turno do Campeonato Brasileiro. Com Vina e Guto Ferreira pela frente no próximo sábado (5), o meia Daniel quer um time confiante e colocando as derrotas recentes para trás.

 

"A gente sabe que o Ceará dificulta bastante, ainda não conseguimos vencê-los. Mas a gente está forte jogando na Fonte, estávamos 100% até perder para o São Paulo. Então temos que retomar nossa confiança. Acabamos de conseguir uma classificação importante. Não foi uma partida boa tecnicamente, mas foi uma classificação. Serve para dar confiança, motivar o time. Temos que entrar com confiança e esquecer os outros jogos e gravar as coisas que fizemos de ruim para entrarmos preparados", disse.

 

Em meio à uma turbulência por conta de um surto de Covid-19 no grupo, o meia lamentou o fato de ter desfalques por conta da doença, mas afirmou que o Tricolor tem um grupo que pode superar as perdas.

 

"Lógico que a gente nunca gosta de ter desfalques, ainda menos jogadores doentes com Covid, lesão... Mas a gente sabe que tem um grupo forte, nossa diretoria fez boas contratações para isso. Tenho certeza que quem entrar vai manter o time forte", disse.

 

Questionado sobre não conseguir manter a sua intensidade física por 90 minutos, Daniel discordou e citou o alto número de alterações como justificativa para ser substituído nas partidas.

 

"Não concordo. Respeito a opinião, mas não concordo que não consigo manter. Por ter cinco substituições, tem rodízio, o treinador procura mudar, ainda mais por quem estar no meio de campo tem um desgaste maior, mas não tem nada de deficiência física", rebateu.