Vice-presidente do Bahia garante que chegada de Rodriguinho não vai prejudicar finanças
Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / EC Bahia

Com um salário acima dos padrões do Bahia enquanto esteve no Cruzeiro, Rodriguinho terá uma diminuição nos seus vencimentos enquanto jogador do Esquadrão de Aço. A contratação, que causou dúvida na torcida por causa do investimento, não será um problema nas finanças do Tricolor. Foi o que garantiu o vice-presidente do clube, Vitor Ferraz.

 

"Em relação a onerar as finanças, a gente toma as decisões com base nas possibilidades do clube. A gente tem um cuidado grande para não causar impacto além da capacidade do clube. Em momentos pontuais, podemos ter um ou outro momento de maior dificuldade, que requer maior atenção. Mas faz parte da gestão, e convivemos há algum tempo com isso. Tudo dento do planejamento, e a chegada dele não é diferente, nossa organização financeira vai nos permitir arcar com os custos", disse.

 

Ao oficializar a contratação do atleta, o Bahia anunciou que ficou com 40% dos direitos econômicos do atleta, enquanto o Cruzeiro permaneceu com 20%. Ferraz explicou como se deu o negócio.

 

"Fez parte da negociação também. O atleta, antes de firmar contrato, encerrou com o Cruzeiro. Neste contexto, se convencionou que o Cruzeiro continuaria com uma parte dos direitos, até para que viabilizasse a rescisão e ele pudesse vir livre. Nessa composição, o atleta fica com um percentual, o Cruzeiro com uma parte e o Bahia com 40% dos direitos", indicou.

 

Ao falar sobre a busca por mais atletas para reforçar a equipe, o dirigente declarou que o clube está atendo nas oportunidades de mercado. Apesar disso, ele garante que todo o grupo, contanto com os jogadores do time de transição, está sendo observado.

 

"Como a gente tem por filosofia, a gente não anuncia que está buscando contratações. Essa negociação de Rodrigo já vinha acontecendo e se concretizou neste momento. Se surgirem oportunidades de mercado interessantes, a gente pode fazer. Hoje temos um grupo robusto, capaz de responder às competições que temos, temos que analisar os atletas que estão aqui, alguns não jogaram ainda o volume necessário. E temos que lembrar que temos a equipe de transição, que tem apresentado peças interessantes, podem vir a ter oportunidades no profissional. Eles vieram justamente para que pudéssemos observa-los mais próximo e, quem sabe, utilizá-los na equipe profissional", explicou.

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