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Flávio minimiza possível clima de revanche do Flamengo e avisa: 'Temos nossas convicções'

Por Ulisses Gama

Flávio minimiza possível clima de revanche do Flamengo e avisa: 'Temos nossas convicções'
Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / EC Bahia

O Bahia foi o último time a bater o Flamengo no Brasileirão. Depois do 3 a 0 na Arena Fonte Nova, o Rubro-negro carioca não soube mais das derrotas. São 18 jogos de invencibilidade e a equipe caminha firme rumo ao título brasileiro. No reencontro deste domingo (10), no Maracanã, há um clima de revanche? Para Flávio, o Tricolor respeitou o seu adversário no primeiro turno e vai tentar jogar de igual para igual em busca de um bom resultado.

 

"A gente deixa para o lado deles. A gente respeitou o Flamengo da melhor maneira possível no primeiro turno. Mesmo quando estava 3 a 0, não fizemos graça ou tocamos de lado. Não será diferente agora. Temos nossas convicções, sabemos que podemos enfrentar o Flamengo de igual para igual. Na Fonte Nova ou fora de casa, vamos olhar o adversário no olho, seja o líder do campeonato ou quem tiver lá em baixo. Podemos usar o retrospecto a nosso favor. Depois do Cruzeiro no primeiro turno, empatamos com Cruzeiro em casa e com a Chapecoense fora, depois ficamos nove jogos sem perder. Demos um salto grande na tabela. Convido a todos que acreditam na gente, o torcedor, a se apegar a esse retrospecto, para mandar energia positiva. Que a gente possa concentrar a fazer um grande jogo domingo, voltar a vencer. Vamos respeitando a equipe do Flamengo, mas vamos para vencer o jogo", declarou.

 

Questionado sobre a sequência contra as equipes que estão na ponta da tabela, Flávio disse não temer e indicou que a equipe está empenhada em reverter a má fase. O Bahia já não vence há cinco rodadas.

 

"Não tenho medo de ninguém. Não tenho medo de Flamengo, de Palmeiras. Respeito. Se tivesse medo, tenho dois amarelos, tomava o terceiro contra a Chapecoense e estava fora. Mas de forma alguma faria isso. Desde o jogo contra o Corinthians, início do segundo turno, estou pendurado. Me cobrou bastante sobre isso. Não posso fazer falta escandalosa para não prejudicar a equipe. Então, nada melhor que a gente enfrentar o líder e o vice-líder do campeonato para dar a volta por cima e provar para todo mundo que o Bahia não desaprendeu a jogar o futebol bonito e vistoso do primeiro turno", disse o camisa 5, que também comentou o bom momento que vive dentro do time.

 

"Fico muito feliz. Coincidentemente, desde o jogo contra o Cruzeiro, no primeiro turno, me firmei. De lá para cá joguei todos os jogos. Basicamente é isso. Confiança. Mandei um vídeo de lances meus para um amigo, ele disse que eu estava diferente, perguntou o que aconteceu. Disse que era confiança, sequência. Quando o jogador tem isso, principalmente o professor Roger, que desde a chegada dele, não era titular ainda, ele me deu atenção, me deixou à vontade para fazer meu trabalho. Quando tive oportunidade, pude me destacar. Sem meus companheiros nada disso seria possível. É muito em sequência de jogos e confiança também", completou.