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Roger veta Moisés e fala sobre possíveis opções para enfrentar o Inter

Por Ulisses Gama

Roger veta Moisés e fala sobre possíveis opções para enfrentar o Inter
Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / EC Bahia

Apesar de estar recuperado de uma lesão na coxa, o lateral-esquerdo Moisés segue fora contra o Internacional neste sábado (26), na Arena Fonte Nova, pelo Brasileirão. Durante entrevista coletiva nesta quinta-feira (24), o técnico Roger Machado comentou a situação do jogador e admitiu que ele não terá condições.

 

"Moisés vem com bola hoje, primeiro dia de transição. Situação dele é diferente do Nino, que fez três treinos com bola e foi para o jogo. Além da lesão ser diferente, o tempo parado é diferente, ele ainda precisa de ritmo de treino para voltar. A partir da próxima partida, deve estar à disposição. Nessa, não", declarou.

 

Sem Élber, suspenso, o comandante tricolor será obrigado a fazer uma mudança no ataque do Esquadrão de Aço. Com Marco Antônio e Arthur Caíke em boas chances de entrar em campo, Roger indicou que pode mudar a característica de sua equipe.

 

"Pode ser o momento (do Marco Antônio), pode ser o momento do Arthur Caíke, que tem entrado tão bem quanto ele, pode ser a continuidade do Guerra, que na minha opinião, jogou bem. Substituição foi mais por conta do cartão amarelo, e por procurar outra característica. Tenho boas opções, dependendo da leitura do que o Inter virá, podemos lançar jogadores com características diferentes. Guerra, Marco e Caíke são diferentes em características", explicou.

 

Com pouco mais de um mês, Roger volta a encontrar Zé Ricardo - hoje no Inter - na Arena. O treinador tricolor disse que pode usar o jogo contra o Fortaleza, em setembro, para armar a equipe e conseguir o resultado. Sobrevivente da dança dos técnicos no Brasileirão, Machado falou sobre as constantes alterações.

 

"Imaginando a forma como o Internacional vem, eu recorro também ao enfrentamento contra o Zé no Fortaleza. Com dois ou três treinos que ele terá no Internacional, imaginando a dificuldade que nos proporcionou naquele jogo, a gente imagina alguma coisa de estratégia. O Campeonato Brasileiro, talvez desses anos, seja o que trocou menos. Ainda tem 11 rodadas, mas acredito que, no apanhado geral, pode acabar com o menor número de trocas. Mas cada profissional tem na sua gestão de carreira a forma como deseja administrá-la. A gente vai se encontrando no meio do caminho, por vezes em times diferentes", indicou.