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Guto Ferreira rebate críticas sobre deficiência no ataque e exalta movimentação em campo

Por Ulisses Gama / Edimário Duplat

Guto Ferreira rebate críticas sobre deficiência no ataque e exalta movimentação em campo
Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / EC Bahia
Com dois jogos na pré-temporada, o Bahia não marcou gols contra a meta adversária. Entretanto, para o treinador Guto Ferreira, ainda é cedo para falar em deficiência no ataque. O técnico do Esquadrão não acredita que os atletas titulares estejam abaixo do esperado e destacou a movimentação da equipe contra adversários que prezaram pela defesa para enfrentar o clube nos amistosos da Florida Cup.

“Acho que a questão do ataque, o segundo grupo, eu concordo. Mas o primeiro não concordo. Tivemos o domínio, o Wolfsburg jogou defendendo, com várias situações de chegada na área. Faltou a tomada de decisão mais rápida. Você está voltando, dá uma, duas, três esticadas, quando vai finalizar, pode não estar legal. Lances que tem que definir em dois tempos, acaba atrasando e definindo em três, quatro. Aí quem está bem posicionado chega e desarma. Não tenho estatística, mas se você puxar, o time chegou pelo menos umas cinco vezes. Pode ter finalizado errado, mas chegou na área em condição de finalizar. No segundo jogo, em termos de finalizações, teve duas. Teve o gol, e tinha finalizado uma bola antes, o cara surgiu nas costas da zaga, que estava com a linha alta. Tivemos um volume em cima deles, criamos situações. Pode não ter finalizado, mas tivemos muitas situações dentro da área. Hernane foi derrubado na área, qualquer um marcaria pênalti. Régis em um lance pelo lado esquerdo, o cara deu carrinho e carregou a bola com a mão. Várias situações dentro da área. Eles estavam com uma concentração volumosa. Praticamente empurramos eles para dentro da área. Agora, romper o último terço do campo, o um contra um... Se tiver dez jogadores dentro da área pequena, vamos ter que criar uma situação de fora [da área], uma cobrança de falta. O Juninho teve uma. Criar uma situação de bola aérea, de cabeceio. Questão é o volume. Isso a equipe está tendo. Temos que evoluir para ter um grupo A e B trabalhando da mesma maneira, o que vai fazer com que o grupo cresça”, afirmou o comandante tricolor, que também falou sobre a manutenção da mesma base do ano passado para as primeiras partidas do ano.


"A base vai seguir nessa linha. A tendência não é ter mudança astronômica. Posso chegar na sexta, ter algum tipo de problema, está com o treino montado e acabei de saber que dois jogadores teriam que ser poupados para não correr risco de lesão. Pode ocorrer isso. Dar uma diarreia. Você tem que ter o grupo montado e ter as peças para substituir", completou.