Nei Pandolfo revela surpresa com demissão e comenta sobre possíveis propostas
Foto: Jefferson Peixoto / Ag. Haack / Bahia Notícias
Após ser demitido do Bahia, ainda no início dos trabalhos de 2017, o ex-diretor de futebol Nei Pandolfo comentou sobre o caso e revelou surpresa sobre a decisão dos dirigentes tricolores, além de fazer um retrospecto de seu período no Esquadrão de Aço.
“Eu conversei com o Pedro (Henriques, vice-presidente), Marcelo (Sant’Ana, presidente) estava retornando, a gente ainda vai voltar a falar. Eles me comunicaram em função do planejamento. O clube acha que não estava contente e eles resolveram fazer a mudança. Eu me surpreendi mais em função do “time” (tempo, em inglês), do horário. Eu tive proposta, fui consultado, cheguei até a comentar com o pessoal, mas como tinha contrato, renovação automática e tudo mais, eu costumo cumprir meus contratos, nem me movimentei nesse aspecto. Infelizmente, na virada do ano, fui comunicado. Poderiam ter me avisado mais cedo, acho que essa foi uma das questões que mais me incomodaram. Mas faz parte do processo. Meu planejamento pessoal era fazer o Bahia voltar à primeira divisão e o objetivo principal foi alcançado. Muita gente concentra somente em contratações. Uma série de situações importantes que aconteceram no clube, um avanço estrutural grande foi implantado, atualização de fisioterapia, fisiologia, toda uma série de conceitos que a gente acha importante. A gente participou muito disso. Os resultados da base, sendo campeão em todas as categorias, chegando à final (da Copa do Brasil sub-20). Todo um trabalho que envolve o futebol que não é só contratação. Isso acaba sendo esquecido no trabalho”, afirmou Pandolfo em entrevista ao jornal Correio, no qual preferiu não falar sobre possíveis clubes interessados em seu trabalho.
“Eu conversei com o Pedro (Henriques, vice-presidente), Marcelo (Sant’Ana, presidente) estava retornando, a gente ainda vai voltar a falar. Eles me comunicaram em função do planejamento. O clube acha que não estava contente e eles resolveram fazer a mudança. Eu me surpreendi mais em função do “time” (tempo, em inglês), do horário. Eu tive proposta, fui consultado, cheguei até a comentar com o pessoal, mas como tinha contrato, renovação automática e tudo mais, eu costumo cumprir meus contratos, nem me movimentei nesse aspecto. Infelizmente, na virada do ano, fui comunicado. Poderiam ter me avisado mais cedo, acho que essa foi uma das questões que mais me incomodaram. Mas faz parte do processo. Meu planejamento pessoal era fazer o Bahia voltar à primeira divisão e o objetivo principal foi alcançado. Muita gente concentra somente em contratações. Uma série de situações importantes que aconteceram no clube, um avanço estrutural grande foi implantado, atualização de fisioterapia, fisiologia, toda uma série de conceitos que a gente acha importante. A gente participou muito disso. Os resultados da base, sendo campeão em todas as categorias, chegando à final (da Copa do Brasil sub-20). Todo um trabalho que envolve o futebol que não é só contratação. Isso acaba sendo esquecido no trabalho”, afirmou Pandolfo em entrevista ao jornal Correio, no qual preferiu não falar sobre possíveis clubes interessados em seu trabalho.
“Eu me reservo a não falar, até porque os clubes já estão se ajustando e vai criar só um cenário ruim. Não quero entrar em detalhes, mas houve consulta de mais de um clube. E o Bahia também está sendo correto comigo. Tem um contrato e cláusulas e estão cumprindo com isso também”, comentou.
Falando sobre o seu relacionamento com dirigentes, Pandolfo afirmou não identificar algum conflito interno com dirigentes e acredita que o seu modo ‘discreto’ de trabalhar pode ter incomodado alguns membros da diretoria. “Tenho um jeito de ser, cada um tem um jeito. Sou mais discreto, fico no dia a dia do futebol, vou à beira do campo, acompanho comissão e atletas e fico próximo da diretoria. Talvez o relacionamento próximo com uma parte da torcida, do Conselho, talvez não agrade a esse pessoal todo. Como eu sou mais quieto, mais fechado, às vezes aparenta que eu não estou dando importância, quando na verdade, eu sou mais fechado e gosto de centrar no trabalho no dia a dia. Talvez isso não agrade algumas pessoas que gostam de ter atenção total. Mas é um jeito de ser, né? Eu já estou com 55 anos, dificilmente vou mudar meu jeito de trabalhar. Passei quatro anos no Santos, fiquei dois no Sport e saí por opção. Eu costumo ficar muito tempo nos lugares e me adapto bem. Por algum motivo, acabei não agradando e temos que respeitar o clube, sempre levo isso comigo. Mas vejo que o saldo foi muito positivo”, concluiu.
Falando sobre o seu relacionamento com dirigentes, Pandolfo afirmou não identificar algum conflito interno com dirigentes e acredita que o seu modo ‘discreto’ de trabalhar pode ter incomodado alguns membros da diretoria. “Tenho um jeito de ser, cada um tem um jeito. Sou mais discreto, fico no dia a dia do futebol, vou à beira do campo, acompanho comissão e atletas e fico próximo da diretoria. Talvez o relacionamento próximo com uma parte da torcida, do Conselho, talvez não agrade a esse pessoal todo. Como eu sou mais quieto, mais fechado, às vezes aparenta que eu não estou dando importância, quando na verdade, eu sou mais fechado e gosto de centrar no trabalho no dia a dia. Talvez isso não agrade algumas pessoas que gostam de ter atenção total. Mas é um jeito de ser, né? Eu já estou com 55 anos, dificilmente vou mudar meu jeito de trabalhar. Passei quatro anos no Santos, fiquei dois no Sport e saí por opção. Eu costumo ficar muito tempo nos lugares e me adapto bem. Por algum motivo, acabei não agradando e temos que respeitar o clube, sempre levo isso comigo. Mas vejo que o saldo foi muito positivo”, concluiu.
