Guto justifica a entrada com três volantes e explica substituição de Feijão no 1º tempo
Foto: Felipe Oliveira/Divugação/EC Bahia
Diante do Luverdense, em jogo realizado neste sábado (12) e que terminou com um empate em 2 a 2, o treinador Guto Ferreira entrou com uma formação diferente dos outros jogos da equipe. Com três volante e dois atacantes, a equipe acabou sofrendo um gol e teve que correr atrás do prejuízo no primeiro tempo, retornando a formação de três atacantes antes do intervalo. Para justificar esta mudança, o técnico tricolor explicou sobre a tática pensada para a partida e porque a equipe voltou a jogar como nos outros confrontos do Brasileirão da Série B.
“A gente entrou um pouco mais fechado, para travar essas jogadas de lado do Luverdense e conseguir os contra-ataques. Nos 10 primeiros minutos nós conseguimos isso, mas eles sentiram a nossa marcação e começaram a empurrar em cima da nossa zaga e buscar em cima dos nossos volantes. Justamente nessa situação, o Feijão e Luiz não encaixavam a marcação – o Renê conseguia roubar vez sim e vez não – até porque o Régis e o Edgar tinham que marcar por dento e por fora. Com as coisas não se encaixando, não queria esperar até o fim do primeiro tempo e tomamos o gol. Aí fui para arriscar”, afirmou o comandante do Esquadrão em entrevista à Rádio Metropole. Tirando Feijão e colocando Misael em seu lugar, Guto Ferreira viu um crescimento na equipe, mesmo com um gramado que não facilitou as jogadas na segunda etapa.
“A gente entrou um pouco mais fechado, para travar essas jogadas de lado do Luverdense e conseguir os contra-ataques. Nos 10 primeiros minutos nós conseguimos isso, mas eles sentiram a nossa marcação e começaram a empurrar em cima da nossa zaga e buscar em cima dos nossos volantes. Justamente nessa situação, o Feijão e Luiz não encaixavam a marcação – o Renê conseguia roubar vez sim e vez não – até porque o Régis e o Edgar tinham que marcar por dento e por fora. Com as coisas não se encaixando, não queria esperar até o fim do primeiro tempo e tomamos o gol. Aí fui para arriscar”, afirmou o comandante do Esquadrão em entrevista à Rádio Metropole. Tirando Feijão e colocando Misael em seu lugar, Guto Ferreira viu um crescimento na equipe, mesmo com um gramado que não facilitou as jogadas na segunda etapa.
“O Misael entrou bem e o lateral deles se segurou mais. Com isso, os volantes tiveram o trabalho facilitado, até porque a intensidade que eles colocaram no primeiro tempo eles não conseguiram segurar. Foi aí que crescemos, mas no segundo tempo eles tiveram a melhora com as substituições. Nosso time passou a cansar e no final arriscamos tudo. O Renê estava desgastado, puxamos o Cajá, colocamos o Misael para dentro e conseguimos o empate”, enalteceu o técnico.
O Bahia agora volta a campo para mais um jogo decisivo no Brasileirão da Série B. No próximo sábado (19), com previsão de recorde de público na temporada, o Tricolor joga contra o Bragantino às 16h30 (horário da Bahia), na Arena Fonte Nova.
O Bahia agora volta a campo para mais um jogo decisivo no Brasileirão da Série B. No próximo sábado (19), com previsão de recorde de público na temporada, o Tricolor joga contra o Bragantino às 16h30 (horário da Bahia), na Arena Fonte Nova.
