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Comandante por um dia, Faganello destaca tranquilidade e apoio da torcida do Bahia

Por Ulisses Gama

Comandante por um dia, Faganello destaca tranquilidade e apoio da torcida do Bahia
Foto: Ulisses Gama / Bahia Notícias
Sem o técnico Guto Ferreira, suspenso, Alexandre Faganello foi o responsável por comandar o Bahia na beira do gramado no triunfo de 3 a 1 sobre o Ceará neste sábado (29), pela 33ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Na entrevista coletiva após a partida, o auxiliar destacou a tranquilidade do time, o apoio da torcida e a entrada no meia Régis na virada sobre o alvinegro.
 
"A gente já tinha, no primeiro tempo, um volume de jogo bem mais alto que o Ceará. Já tínhamos criado duas ou três chances de gols e não conseguimos fazer. Em uma jogada individual deles, eles conseguiram o gol. Jogada muito feliz do Felipe. Nosso time se manteve tranquilo na partida, a torcida empurrando, que foi um fator determinante para a gente, em momento algum vaiou a equipe. No segundo tempo nós voltamos da mesma forma, no mesmo padrão de jogo. Criamos oportunidades. Quando o Cajá cansou, coloquei o Régis. A gente sabe da qualidade do Régis. Hoje não foi diferente. Na minha opinião, um dos melhores jogos que a gente fez aqui. Coloco ele entre os três pelo poder de superação. Conseguimos virar e, por mérito, conseguimos a vitória", declarou.
 
"Nosso time estava um pouco ansioso. No vestiário, a gente conversou, falou. Estávamos bem, melhor que o Ceará. A partida estava desenhada. Já no primeiro tempo, se desenhou um jogo que, se a gente mantivesse um ritmo que a gente terminou, sem a ansiedade, a gente ia virar o jogo. Foi isso que aconteceu. Aqui dentro nosso time é muito forte. A torcida é o 12º jogador. Queria eu ter todos os jogos essa torcida nos empurrado", acrescentou.
 
Sobre o planejamento para a partida com Guto, Faganello destacou que haviam questões já estabelecidas e lembrou que não houve comunicação com o técnico.
 
"A gente já deixa mais ou menos alinhado, mas tem situações dentro do jogo que eu tenho que tomar a decisão. O André Luis estava ali comigo. As decisões da troca, nós tomamos a decisão e fizemos as trocas. Quando fizemos o segundo gol, pedi para fazer duas linhas de quatro para não deixar o Ceará jogar. Aí não tem comunicação com Guto, não tem nada. É uma leitura rápida que a gente faz ali dentro. Se der certo, ele vai me aplaudir, mas se der errado, depois vou ter que ver com ele (risos)", indicou.
 
Com 53 pontos, o Bahia ocupa a quinta posição da competição nacional. A equipe volta a jogar na próxima sexta-feira (4), contra o Vila Nova, em Goiânia.