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Na Justiça, Bahia cobra R$ 44 milhões de Marcelo Guimarães Filho
Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
O caso entre Bahia e o presidente destituído Marcelo Guimarães Filho ganhou mais um capítulo. No começo deste mês, a atual diretoria do clube entrou com uma ação de perdas e danos contra o dirigente. O tricolor cobra, no total, R$ 44.737.010,14. No documento, obtido pelo site globoesporte.com, estão apontadas irregularidades na administração de MGF. Um dos pontos citados é a negociação do Fazendão e da Cidade Tricolor, localizada em Dias D'Ávila. Além destes, estão processos no Ministério do Trabalho, notas fiscais sem comprovação de serviço e demais valores. De acordo com o texto, uma auditoria feita nas contas do clube “descobriu diversos atos administrativos ilegais, inválidos e/ou em transgressões estatutárias absurdas que serão aqui desnudados, atraindo o dever de indenizar, na forma da legislação de regência”. No mesmo pedido, o clube diz que não tem interesse em realizar uma audiência conciliatória. Em entrevista ao globoesporte.com, Marcelo Guimarães Filho se defendeu e disse que a ação é para tirar o foco da atual situação do Bahia, que não faz uma boa campanha na Série B do Brasileiro. "Não fui citado. Esperar ser citado. Me defender e, fatalmente, confio na Justiça, acho que vou ganhar. Óbvio que é uma clara ação, como sempre aconteceu nestes três anos, de tirar o foco da gestão desastrosa que assumiu o clube desde que eu saí. Deixei o clube na Série A e colocaram na Série B. Essa gestão de Marcelo Sant’Ana é uma sequência de Schmidt (Fernando Schmidt, ex-presidente do Bahia). Marcelo foi candidato de Schmidt. Pegaram na Série A e estão prestes a levar para a Série C. Essa ação é um absurdo e com o claro intuito de tirar o foco", afirmou.

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