Diretoria do Bahia revoltada e precavida
Foto: Agência Estado

Procurado pelo “Bahia Notícias” para responder às acusações do presidente da “Terror Tricolor” (ver nota), a diretoria, através do diretor de futebol Rui Aciolly, reconhece o acordo para a premiação e confirma os salários atrasados, mas afirma categoricamente que a partida contra o Marília foi retirada do acordo. “Não existe isso! Nós tiramos a partida contra o Marília a pedido dos jogadores, até mesmo para ficar com a numeração de jogos pares, são 18 a partir da partida contra o Gama. Então, isso daí é uma completa loucura!”
O diretor não conseguiu esconder sua indignação com os atos que ele denominou de selvageria. “O que aconteceu não tem argumentos, nem desculpas. A queixa foi dada e as providências serão tomadas. Pode ter certeza de uma coisa: ninguém vai entrar mais no Fazendão! Nossa segurança será muito reforçada e vamos acabar com esse negócio de torcida invadir, fazer o que quiser e ficar por isso mesmo. A imprensa vai entrar normalmente, torcedores convidados e sócios, mas o restante será vetado. E se por algum acaso tentarem forçar a entrada vão receber a retaliação na mesma moeda”.
Rui deixou claro quais são suas preocupações a partir do fato acorrido. “Hoje são jogadores, amanhã diretoria, depois vai saber quem mais... Você veja agora o caso do Caio. O rapaz mal chegou ao clube, nem estreou ainda e passa por uma situação dessas. Ele pode chegar pra gente hoje e dizer que quer ir embora. Estamos negociando com o Irênio, por exemplo, a irmã e procuradora dele ficou de nos dar a resposta amanhã. Depois disso, você acha que ele vai querer vim para o Bahia? Marcas do nosso calvário, apenas isso. Quem deveria nos ajudar, faz uma coisa dessas com a gente, é complicado!”